Próxima alta no IPI acelera vendas de veículos em 19%

No dia 1º de abril próximo, a alíquota de IPI incidente sobre os veículos novos sobe de 2% para 3,5%. Até dia 26/03/2013, 3.774 carros foram comercializados neste mês em Fortaleza.

As concessionárias da Capital já registraram, neste mês, aumento de 19% na venda de veículos novos em relação a fevereiro. Até ontem, 3.774 carros haviam sido comercializados, conforme dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores do Ceará (Fenabrave-CE). Em fevereiro, foram 3.171.

O volume de vendas, contudo, deve aumentar consideravelmente nos últimos dias de março, tendo em vista a nova elevação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a partir da próxima segunda-feira, 1º de abril, quando a alíquota do tributo sobre os veículos sobe de 2% para 3,5%.

Por isso, os consumidores que desejam economizar mais na compra do carro novo têm poucos dias para aproveitar o IPI menor para os veículos. Hoje, amanhã e sábado, as concessionárias de Fortaleza estarão de plantão, a fim de receber os clientes e fechar novos negócios.

Para captar o cliente

Apesar da Semana Santa, muitos gerentes estão otimistas quanto ao fluxo de pessoas nas lojas e, consequentemente, às vendas. Para chamar ainda mais a atenção do cliente e estimular a compra, são vários os benefícios oferecidos nos dias que antecedem o aumento do IPI: taxa de juros menor para determinados modelos; preços com descontos especiais; e aprovação de crédito facilitada, dentre outros.

“O mercado está bastante aquecido. Não tenho dúvida de que as vendas vão ser boas. O consumidor quer aproveitar os últimos dias de IPI reduzido”, declara o presidente Fenabrave-CE, Fernando Ponte. De acordo com ele, 11.996 automóveis zero quilômetro já foram vendidos no primeiro trimestre de 2013. A quantidade é um pouco menor que a registrada em igual período do ano passado, quando foram vendidos 12.178 veículos.

Para Fernando Ponte, quem não vai viajar no feriadão e busca adquirir um veículo novo precisa passar nas concessionárias devido às ofertas. Ele lembra que, a partir da próxima segunda-feira, todos os carros faturados pelas montadoras chegarão às concessionárias com alíquota de 3,5% e, provavelmente, com realinhamento de preço. No entanto, o presidente da Fenabrave-CE destaca que as revendedoras continuarão negociando os preços dos carros do estoque com os consumidores.

Movimentação

Neste mês, a movimentação nas concessionárias da cidade também cresceu em torno de 30% em relação a fevereiro. “A maioria das pessoas que entram na loja compram”, declara a gerente da CDA – Fiat, Judite Mota, dizendo que a expectativa é de que o fluxo no estabelecimento seja intenso e as vendas sejam boas nos últimos dias de março.

Dentre as principais ofertas da loja, localizada na Avenida Borges de Melo, 1529, estão as taxas de juros menores que 1% ao mês, tanto para a linha Top quanto para carros populares, e descontos especiais nos preços dos automóveis. “São vantagens que o consumidor não vai encontrar em abril. Quem puder se antecipar e comprar o carro zero antes do IPI novo é uma ótima oportunidade”, destaca.

A gerente da Smaff – Volkswagen, Olívia Couto, cita o sucesso do feirão de automóveis da marca realizado no Carrefour do bairro Maraponga, de 21 a 24 deste mês. Para ela, o número alto de vendas está ligado à iminente mudança no IPI. Na Smaff, que fica na Avenida Sargento Hermínio, 2000, o consumidor também pode encontrar veículos com juros reduzidos ou com taxa zero, dependendo do modelo. “Estamos com a promoção de 60 ofertas, em alusão aos 60 anos da Volkswagen”, observa Olívia Couto.

Já o gerente da Sanauto – Chevrolet, Eduardo Paiva, acredita que os consumidores não se programaram para passar nas concessionárias neste fim de mês. Por isso, pensa que as vendas não serão altas. Porém, destaca que quem visitar a loja, às vésperas da Páscoa, vai encontrar modelos com preços de 2008. “A oportunidade é agora. As ofertas estão boas”, ressalta.

Nova alíquota

A alíquota de 3,5% para carros populares permanece de abril até o fim de junho. Em julho, sobe para 7%. Para veículos (gasolina) 1.0 a 2.0, o percentual sai de 10% para 13%. Nos automóveis utilitários, aumenta de 3% em abril para 8% em julho. Para caminhões, a alíquota permanece 0% até dezembro. O IPI reduzido para carros foi definido pelo governo federal, em maio de 2012, a fim de combater a crise, aquecer a economia e evitar demissões nas montadoras.

REPÓRTER: RAONE SARAIVA

Fonte: Diário do Nordeste

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Após 16 anos, agência será reestruturada

A sucessão de multas aplicadas às operadoras de serviços móveis desde o fim de 2012, mas referentes a processos de dois ou três anos atrás, expôs falhas na Agência Nacional de Telecomunicações. Criada pela Lei Geral das Telecomunicações e instalada em 1997, a Anatel passará por uma reestruturação para se modernizar. O projeto já foi submetido à consulta pública e poderá ser votado pelo conselho em abril, de acordo com a expectativa do presidente do órgão, João Rezende.

Entre as mudanças propostas está a criação das superintendências de competição; relação com o usuário; planejamento da regulação para concentrar a análise e o planejamento das regras; acompanhamento das obrigações (atual superintendência de comunicação de massa); e gestão e tecnologia da informação. Continuarão a existir as superintendências de fiscalização; serviços públicos e privados.

Como o orçamento da agência não será alterado, os funcionários serão remanejados para as novas áreas. Com a reestruturação, será possível fazer também um trabalho concentrado nos pacotes convergentes das operadoras, e não apenas em serviços isolados.

Os conselheiros continuarão com mandato de cinco anos, com possibilidade de renovação. (IS)

Por Valor Econômico – SP

Fonte: Intelog

Clássico moderno faz aniversário

Poucos são os carros que têm cacife para serem considerados clássicos. Esse é o caso do Audi TT, cupê esportivo que em 2013 completa 15 anos de mercado ditando tendências e estabelecendo novos padrões de qualidade construtiva em sua categoria.

Lançado em 1998 na Europa e no Brasil, o TT foi um dos primeiros carros de produção seriada com uso extensivo de alumínio, um metal leve e resistente, na carroceria.

As linhas limpas e arredondadas do cupê, a baixa altura em relação ao solo, a cabine compacta e os pneus largos logo fizeram escola: olhe para o Peugeot RCZ e conclua que o francês se inspirou claramente no modelo alemão.

Desempenho /A convite da Audi, o DIÁRIO acelerou a versão mais nervosa do modelo, a RS, equipada com motor 2.5 de cinco cilindros turbo capaz de render 340 cv de potência e 45,88 kgfm de torque, entregues a apenas 1.600 rpm. É muita força disponível desde os giros mais baixos do compacto propulsor, que rende mais do que muitos blocos V6.

A reportagem avaliou a variante RS Coupé (R$ 399 mil). Ainda há uma configuração conversível, denominada Roadster. O preço sugerido para o TT RS sem capota é ainda mais elevado: R$ 419 mil. Importadas da Alemanha, as duas opções RS do TT chegaram recentemente ao mercado brasileiro.

A reportagem rodou com o TT RS Coupé nas ruas de São Paulo e também na Rodovia dos Imigrantes, que liga a capital paulista a Santos, no litoral.

Antes de pegar a estrada, uma volta em torno do Audi permite perceber as diferenças em relação à versão tradicional 2.0 turbo de 211 cv (preços a partir de R$ 222.170). Os para-choques são maiores e exibem grandes entradas de ar, a traseira tem um aerofólio fixo e as suspensões são mais baixas.

Entrando na cabine, que tem espaço para dois ocupantes na frente e duas crianças no pequeno assento traseiro, logo nota-se os bancos esportivos em formato de concha, com direito a ajustes elétricos.

No console central, ao lado da alavanca do veloz câmbio automatizado de sete marchas, há um pequeno botão com a inscrição “S”. Uma vez apertado, disse-me o instrutor, o volante (com assistência elétrica) fica mais duro, as suspensões se enrijecem e o motor e o câmbio apresentam respostas mais rápidas para pisar fundo.

Ficha técnica

TT RS COUPÉ

PREÇO: R$ 399 mil

ORIGEM: Alemanha

MOTOR: transversal, a gasolina, 5 cilindros, 20 válvulas, com injeção direta e turbo, 2.5. Potência de 340 cv (a 5.400 rpm) e torque de 45,88 kgfm (entre 1.600 rpm e 5.300 rpm)

TRANSMISSÃO: automatizada de 7 marchas e dupla embreagem

PNEUS: 255/35 R19

DIMENSÕES: 4,19 m de comp., 1,84 m de largura, 1,34 de altura e 2,46 m de entre-eixos

DESEMPENHO: de 0 a 100 km/h em 4,3 segundos e máxima de 280 km/h (opcional)

Cupê faz as costas colarem no banco a cada acelerada

No asfalto irregular da capital paulista, é fácil perceber que o TT RS é um verdadeiro esportivo, com suspensão dura e pouco espaço interno. Se no banco de trás só é possível levar duas crianças, inclusive por conta do caimento acentuado do teto, o porta-malas até que não é tão pequeno: carrega 292 litros de bagagem.

Não é exatamente um carro para a família, mas a sua proposta é mesmo apelar para a emoção em vez da praticidade.

O asfalto plano da Imigrantes permitiu à reportagem conferir o desempenho do Audi. Para começar, a posição do motorista pode ser bastante esportiva: os ajustes de altura e profundidade do banco e do volante permitem deixar o assento bem baixo.

Ao pisar no acelerador, sobretudo com o botão “S” ligado, o ronco grave do motor logo estimula a audição do “piloto”. As acelerações são de tirar o fôlego e grudar as costas no banco, ainda mais devido à competência do câmbio de dupla embreagem e sete marchas, que faz trocas em frações de segundo. De acordo com a Audi, o TT RS Coupé acelera de 0 a 100 km/h em apenas 4,3 segundos. É mais rápido que o Audi S7, que faz o mesmo em 4,7 segundos e tem motor V8 biturbo de 420 cv.


A proposta do TT RS Coupé é apelar para a emoção em vez da praticidade

Fonte: Diário de S.P

Polícias rodoviárias iniciam operação nas estradas na região


5ª Cia fiscalizará áreas ambientais e rodoviárias
(Foto: Divulgação/5ª Cia PM Ind MAT )

Polícia Militar Estadual realiza a partir desta quinta-feira (28), a Operação Paixão de Cristo 2013 nas rodovias de Uberaba e região. A PM de Meio Ambiente promoverá ações em rios, represas, parques e cachoeiras com o objetivo de coibir as infrações ambientais.

Durante a operação serão empregados mais 150 policiais militares, que utilizarão viaturas, etilômetros e embarcações. Nas rodovias, os militares vão fiscalizar nos dias e horários de maior movimento, bem como nos pontos críticos das rodovias que apresentaram maiores índices de acidentes no ano passado.

Rodovias federais

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também deu início à operação nos trechos das rodovias BR-050 e BR-262 nesta quinta-feira. O alvo, segundo a PRF, são os trechos onde se registram maior número de acidentes por excesso de velocidade e ao motoristas que estiverem dirigindo embriagados. Os veículos de grande porte não poderão trafegar nas rodovias federai das 16h às 24h desta quinta-feira, das 6h ao meio-dia na sexta-feira (29) e no Domingo de Páscoa, a restrição é das 16h às 24h.

Fonte: G1

 

Veja as rodovias federais que exigem mais atenção na saída para o feriado

Antes de sair de casa, confira no site do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes como estão as condições das rodovias.

Começou à meia noite desta quinta-feira (28) a Operação Semana Santa da Polícia Rodoviária Federal. Até domingo a polícia vai intensificar a fiscalização para evitar o consumo de bebida alcoólica por quem vai dirigir, excesso de velocidade, ultrapassagens proibidas, falta do cinto de segurança e o trânsito em acostamento.

Como há previsão de chuva para o feriado, o motorista deve reduzir a velocidade e aumentar a distância de segurança. Antes de pegar estrada é bom conferir o estado de conservação da palheta do limpador de parabrisa.

O mapeamento da Polícia Rodoviária Federal identificou 37 trechos considerados críticos. Minas Gerais é o estado com o maior número: são cinco pontos nas rodovias 040, 135, 262 e 381. Em seguida, com quatro trechos cada um, vêm Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. As rodovias 101 e 116 têm a maior quantidade de trechos ruins.

Para pesquisar nos mapas, clique aqui.

Fonte: Intelog

Insegurança nas estradas custa R$ 16 bi por ano

O prejuízo do Brasil com as mercadorias roubadas no transporte rodoviário de cargas está perto de R$ 1 bilhão por ano, conforme estimativas de especialistas do setor, feitas a partir dos dados que são contabilizados nos órgãos de segurança pública. Além disso, 9% do valor do frete reflete custos com segurança e gerenciamento de risco, algo como R$ 16 bilhões por ano, pelas contas da Pamcary, gerenciadora de riscos especializada em transporte.

“Roubo de cargas é negócio de quadrilha organizada, porque ninguém rouba a carga de um caminhão se não tem receptador seguro para ela”, diz Flávio Benatti, responsável pela sessão de cargas da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Há mais de 20 anos o setor estuda e analisa a questão, havendo gestões de diversas formas na área de legislação e segurança pública. A Lei Complementar 121, sancionada em fevereiro de 2006, é um exemplo. “O texto prevê a criação de um sistema de inteligência para obtenção de dados cruzados nas diversas instâncias de segurança pública, federal, estaduais e municipais mas ficou sem regulamentação, até hoje”, lamenta Benatti.

Para se proteger, e manter a atividade em funcionamento, as empresas adotam custosos procedimentos preventivos. “Além do custo, os esquemas de segurança obrigam a paradas e desvios de rota que impactam a otimização do uso do transporte e, consequentemente, redução da rentabilidade da operação”, diz Benatti.

A região Sudeste é a mais afetada com a insegurança, concentrando 76% das ocorrências, seguida pela região Sul, com 9,4%, Nordeste 8,4% e Norte, com 1,8%. As cidades mais afetadas são São Paulo e Rio de Janeiro.

Segundo a Pamcary, que monitora 6 milhões de viagens por ano, com atendimento a 8 mil ocorrências, de mais de quatro mil clientes, as capitais concentram mais da metade dos prejuízos com cargas roubadas dos estados. Em São Paulo, onde ocorrem 65% dos prejuízos, 32% concentram-se na capital. “O maior número de ocorrências acontece nas áreas urbanas, mas o prejuízo é maior nas ocorrências rodoviárias”, diz Darcio Centoducato, diretor de Gerenciamento de Risco da Pamcary.

Manoel Sousa Lima Jr., presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região (Setcesp), afirma que o roubo de cargas é, de longe, o mais grave problema do setor. “Essa é a verdadeira agonia das empresas”, sintetiza. Segundo ele, o bandido da linha de frente, que rende o motorista, é apenas o início da operação. O esquema pesado é o que distribui as mercadorias até as lojas, onde são misturadas às lícitas. Ele destaca que a tecnologia de rastreamento já permite à fiscalização comprovar o crime, no caso da ação policial no canal de venda. “Falta vontade política para a intervenção”, afirma.

Para o coronel Paulo Roberto Souza, assessor de segurança da NTC&Logística, que reúne transportadoras de todo o Brasil, não há uma resposta pública integrada. “As medidas são isoladas, sem amparo institucional amplo”, diz, destacando que não há lei que leva ao que ele chama de “perdimento de bens” dos criminosos, o que poderia minar o sistema criminoso de receptação de cargas roubadas.

Ele conta que há menos de dez anos houve uma tentativa de implantação no Brasil de algo similar à Lei de Descomiso, da Argentina. No país vizinho, há a ameaça de interdição e de auditoria geral dos estabelecimentos comerciais pegos com um item roubado em seu estoque. O pressuposto é que se há um artigo roubado, tudo pode ser roubado, e isso vale para todas as filiais, em caso de rede de lojas. A empresa corre o risco de ficar meses sem poder funcionar, sob auditoria.

Mesmo com resultados animadores na Argentina, de queda de 60% a 70% no roubo de carga depois da aplicação da lei, a avaliação prevalecente no Brasil é de que a lei argentina é muito dura. Em julho passado, uma alteração na legislação brasileira de lavagem de dinheiro, prevista na Lei 12.683, abriu espaço para o “perdimento dos bens” pelo crime de roubo de cargas. “É algo no sentido de coibir o roubo, mas ainda muito tímido, diante da gravidade do problema”, diz Souza.

Fonte: Canal do Transporte

Última semana de IPI menor alavanca vendas

A última semana de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido para veículos começou movimentada nas concessionárias. “A primeira quinzena foi meio fraca, mas a segunda está bombando”, diz o gerente de veículos novos da Pisa Ford, Antônio Longuinho. Segundo ele, as vendas diárias se multiplicaram por três desde o início do mês.

Na Automax Fiat, a procura também está grande. “Sábado foi um dia bom e hoje (ontem) também está muito bom, bem melhor do que na semana passada”, afirma o supervisor de veículos novos, José Roberto Moreira. Entre o dia 1º e o dia 24 de março, foram comercializados no país 207.438 unidades, com média de 12.965 emplacamentos por dia útil. A marca diária é 7,71% superior à registrada em fevereiro e 5,77% maior do que a de março do ano passado.

Se mantiver este ritmo, o mercado deve encerrar o mês de março com cerca de 225 mil veículos vendidos. Mas, a tendência, de acordo com os revendedores, é de superar este número, já que nos últimos dias de benefício fiscal a procura deve aumentar. “Esperamos uma corrida às concessionárias”, diz José Roberto Moreira, da Automax.

As concessionárias não vão funcionar na sexta-feira, em razão do feriado de Semana Santa, mas abrem as portas no sábado, para aproveitar o último dia útil de benefício fiscal.

Balanço. No acumulado do ano, as vendas já somam 727.415 unidades. A Fiat permanece na liderança de mercado, com 22,1% de participação em março e 22,8% no acumulado do ano. Em seguida, vem a Volkswagen, responsável por 19,6% das vendas do mês e 20% do total do ano até agora.

No ranking dos modelos mais procurados, o Gol segue na liderança, seguido pelo Uno e Palio. O HB20, cujas vendas estão em alta desde o lançamento, está na quarta posição.

Fonte: O tempo