DPVAT será parcelado com o IPVA

Por enquanto, só está acertado que veículos novos continuarão fazendo o pagamento em parcela única, com o licenciamento

Um decreto publicado ontem no Diário Oficial da União autoriza o parcelamento do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres, o DPVAT. O valor poderá ser dividido juntamente com o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). A expectativa é que o novo modelo passe a vigorar no País já no ano que vem. Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), ficará a critério de cada Estado aplicar ou não o decreto. Mas o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) informou que ele poderá ser obrigatório. A entidade ficou responsável por definir as novas regras.

Por enquanto, só está acertado que veículos novos continuarão fazendo o pagamento em parcela única, com o licenciamento.

O DPVAT cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistência médica e suplementares por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o País. Quem se acidenta no trânsito pode solicitar o seguro.

Fonte: Jornal do Commercio – PE

Combustíveis ficarão mais caros até o final do ano

Aumento nos custos de refino e de extração de petróleo anularam os ganhos com o último aumento dos preços da gasolina e do diesel

O lucro de R$ 5,567 bilhões, registrado pela Petrobras no terceiro trimestre, ficou abaixo da expectativa do mercado e demonstrou que, apesar do esforço da presidente da estatal, Graça Foster, para aumentar a eficiência operacional, as contas ainda enfrentam desequilíbrio. E novo reajuste de combustível deve ocorrer até o fim do ano.

As razões da queda acentuada da produção e os aumentos das despesas da Petrobras ainda são foco das preocupações de especialistas e, agora, a expectativa é de um novo aumento de preços dos combustíveis. Passadas as eleições, especialistas acreditam em um potencial aumento nos preços dos combustíveis que pode acontecer a partir desta semana.

Analistas do banco Credit Suisse afirmam que “não há muito para gostar ou dizer” sobre o balanço, avaliando que ainda vai demorar para os gestores da Petrobras corrigirem o curso da empresa e que “os investidores estão pagando caro por isso”.

Os efeitos positivos dos aumentos de preço da gasolina e do diesel foram praticamente anulados pelo incremento dos custos de refino e de extração de petróleo, entre outros, tudo isso associado a uma queda acentuada da produção de 4% em setembro. Foram produzidos apenas 1,844 milhão de barris por dia, o pior resultado desde 2008.

Com menos petróleo produzido, o custo de extração do óleo, antes do pagamento dos royalties e da Participação Especial, subiu 15% em dólares, de US$ 13,40 por barril no segundo trimestre para US$ 15,42, no terceiro. Apesar de explicado por manutenções em alguns campos gigantes da Bacia de Campos previstas no programa de aumento da eficiência operacional (Proef), essa alta foi ajudada pelo aumento salarial.

No terceiro trimestre, a receita de vendas foi de R$ 73,79 bilhões, mas, com os preços dos combustíveis defasados, a estatal tem perdas com o crescimento das vendas, contradição provocada pelo governo ao evitar reajustes.

O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, lembrou que a companhia prevê aumento de 15% no diesel e na gasolina em 2012 para bancar os investimentos previstos de US$ 208,7 bilhões a US$ 236,5 bilhões. E os aumentos de junho e julho, de 10% no diesel e 8% gasolina estão abaixo disso. “O nosso Plano de Negócios previa reajustes maiores do que ocorreram até agora para este ano, portanto, ainda existe espaço para uma expectativa de aumento no período”.

Fonte: Portal Transporta Brasil

Governo vai duplicar a Rodovia dos Metalúrgicos

O governo do Rio vai duplicar a Rodovia dos Metalúrgicos, a VRD-01, que liga a Rodovia Presidente Dutra a Volta Redonda. A duplicação se dará em duas fases. Inicialmente, a Secretaria de Obras, por intermédio do Departamento de Estradas de Rodagem (DER), vai implantar uma terceira faixa, numa extensão de 2,4 quilômetros, e recuperar a pavimentação num trecho de 4,4 quilômetros da rodovia.

O edital de licitação, publicado na sexta-feira (26), no Diário Oficial, estima o valor das obras em R$ 7,5 milhões, com prazo de execução de seis meses.

Também serão feitos serviços de recuperação e construção de sistema de drenagem, além da recuperação da sinalização viária vertical e horizontal.

A Rodovia dos Metalúrgicos vai facilitar  o tráfego de caminhões e carretas especialmente para o transporte de produtos da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e de insumos para o conglomerado industrial. Um fluxo que tende a aumentar com a entrada em operação da fábrica de cimento e da produção de aços longos.

A estrada terá ligação com a Rodovia de Contorno de Volta Redonda, que está sendo construída pela Secretaria de Obras.

O contorno de Volta Redonda vai permitir a retirada de nove mil veículos por dia do centro da cidade. A estrada, de 13,5 quilômetros, fará a ligação da Via Dutra (BR-116 Sul) com a Rodovia Lúcio Meira (BR-393), formando um corredor de tráfego de carga pesada entre o Sul e o Norte/Nordeste do país. As obras foram retomadas no dia 19 deste mês e são tocadas agora pela construtora Carioca, em substituição à Delta, que desistiu da empreitada.

Fonte: Jornal do Brasil

Rastreador de carro ajuda polícia a encontrar desmanche em Campinas

Duas pessoas foram detidas na casa, localizada no Jardim Campo Belo II.
No imóvel foram encontradas peças de veículos desmontadas.

A polícia estourou um desmanche na manhã desta terça-feira (30) em uma casa no Jardim Campo Belo II, em Campinas (SP). Duas pessoas foram detidas no imóvel que fica na Rua Doze.

Segundo a polícia, o local foi encontrado com o auxílio do sistema de rastreamento de um veículo roubado. Também foram localizados outros dois carros e peças espalhadas. Uma perícia será feita na casa para efetuar a contagem de itens apreendidos.

Fonte: G1

Volvo lança portal de venda de caminhões seminovos

Site reúne o estoque de veículos deste tipo disponíveis para venda em todo o país

A Volvo lançou um website para busca e compra de caminhões seminovos da marca. O portal (www.seminovosvolvo.com.br) reúne o estoque de veículos deste tipo disponíveis para venda em todo o país.

Site – De acordo com a montadora, o seu novo site de vendas funciona como um grande classificado, com informações como preço, modelo e ano do caminhão seminovo, quilometragem rodada, detalhes e fotos, incluindo financiamentos e facilidades oferecidas pelo Banco Volvo para a aquisição dos caminhões da marca. “É mais uma facilidade que oferecemos aos nossos clientes. Hoje, a internet é o primeiro canal de pesquisa de quem quer comprar um veículo seminovo. O site facilita esta busca e oferece a possibilidade de iniciar as negociações sem necessidade de deslocamentos”, comenta Daniel Campos, responsável pelo marketing de Seminovos da Volvo.

No site de seminovos da Volvo, o cliente possui também a opção de iniciar a negociação de compra online ou entrar em contato com a Volvo pelo 0800 de venda de seminovos, disponível na página de vendas, além de poder acessar a página em celulares e tablets. O responsável comercial por Seminovos da Volvo, João Domingos Milano, revela que o número de contatos e solicitações de compra que a empresa vem recebendo com a ferramenta está superando as expectativas. “Fomos pioneiros em oferecer seminovos de fábrica aos nossos clientes e agora lançamos nosso site para oferecer mais facilidades e informações”, completa.

Fonte: Canal do Transporte

País terá capacidade para 6 milhões de carros

A projeção é embasada na recente movimentação das empresas do setor, que anunciam novas fábricas no país

Impulsionada por fortes investimentos, a capacidade instalada da indústria automotiva brasileira terá um salto de mais de 50% até 2015. Levantamento do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), divulgado com exclusividade ao Valor, mostra que a capacidade deve aumentar dos atuais 4,3 milhões de veículos por ano para 6,6 milhões de unidades anuais, em três anos.

A projeção é embasada na recente movimentação das empresas do setor, que anunciam novas fábricas no país, de olho no mercado interno aquecido, e favorecido por medidas de desoneração tributária por parte do governo. Somente as chamadas “newcomers”, montadoras japonesas e francesas que chegaram ao Brasil nos anos 90, contabilizam projetos de R$ 6,6 bilhões (US$ 3,5 bilhões) até 2015, de acordo com dados citados pelo estudo. As montadoras ligadas à Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) – que já produzem no Brasil – movimentarão projetos da ordem de R$ 41,8 bilhões (US$ 22 bilhões) em três anos.

O montante de investimentos previsto pelas montadoras até 2015 é superior ao alocado no ciclo anterior de grande porte, entre 1991 e 2001, quando foram investidos em torno de R$ 35 bilhões (US$ 17,5 bilhões).

A análise mostrou ainda que as montadoras não estão isoladas, em seus investimentos no setor. O novo ciclo de alocação de recursos também abrange o segmento de autopeças, que deve investir em torno de R$ 19 bilhões até 2015, segundo informações do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), citadas pelo banco no estudo.

A pesquisa será anunciada durante seminário hoje, na sede do BNDES no Rio, em publicação comemorativa dos 60 anos do banco. Para a economista do Departamento de Indústria Pesada da Área Industrial do BNDES, e uma das responsáveis pelo estudo, Luciana Silvestre Pedro, o mercado brasileiro tem condições de absorver o acréscimo na capacidade instalada do setor.

Luciana lembrou as recentes mudanças no cenário macroeconômico, que mostrou a ascensão da chamada “Nova Classe C”. Isso, na prática, criou novos consumidores de bens duráveis, devido à melhora na renda, influenciada por mercado de trabalho favorável. “Muitas pessoas têm, agora, condição de comprar carros”, completou a economista.

Outro aspecto levantado pela especialista é que a expansão na capacidade contribuirá para elevar a participação brasileira no total da produção mundial automotiva. O estudo mostra que a fatia do Brasil no desempenho global tem mostrado trajetória ascendente em 20 anos, e acelerou de 3,2% em 2001 para 4,3% em 2011 do total produzido no mundo, de acordo com cálculos do BNDES e da Organização Internacional dos Construtores de Automóveis (OICA), citados no levantamento. “Os mercados emergentes tem atraído interesse das multinacionais, devido a seu potencial de crescimento”, lembrou a Luciana.

A economista comentou ainda que, na América Latina, a razão de veículo por habitante no Brasil (em torno de 6 unidades por habitante, de acordo com a Anfavea) ainda é muito elevada. Ou seja: o país é uma janela de oportunidade para as multinacionais do setor, avaliou.

A expansão de capacidade não é o único alvo dos projetos das montadoras. Novas tendências de mercado, como carros elétricos, e outros adaptados às novas legislações ambientais (menos poluentes) também estão na mira dos investimentos das empresas do setor no Brasil, segundo Luciana.

O novo ciclo de investimentos pode ajudar a reverter recuo nos desembolsos do BNDES para o setor automotivo, que atingiram R$ 4,6 bilhões em 2011, 25% inferior à 2010. Isso levou a indústria automotiva à menor fatia no total de desembolsos do banco em uma década (3,3%), na série histórica do BNDES para o setor. A crise internacional colocou em compasso de espera no Brasil projetos das montadoras multinacionais – que, agora, parecem novamente dispostas a investir.

Fonte: Valor Econômico

JAC venderá caminhões no Brasil

Primeiro modelo é o JAC T140. Empresa trabalhará na faixa de até 4,5 toneladas

O escopo de negócios da JAC Motors está sendo ampliado no mercado brasileiro. Além dos carros da marca, famosos pelo baixo preço em relação aos concorrentes da mesma categoria, a empresa iniciou a importação do caminhão JAC T140 com propulsor Euro IV. A brecha encontrada para trazer uma solução inferior a Euro V se dá pelo fato de a JAC não ter assinado o acordo de seis anos atrás, que previa que os atuais players do mercado nacional passassem a trabalhar somente com a motorização Euro V a partir deste ano. Dessa maneira, a marca manterá a importação desta versão até o final do ano. A partir de janeiro de 2013, os caminhões importados já virão com os atuais propulsores para atender ao Proconve P7.

Para atrair o consumidor brasileiro, a JAC oferecerá 3 anos de garantia sem limite de quilometragem. Outro argumento será sua versatilidade no transporte urbano de cargas, sendo enquadrado como VUC. Para este ano, o segmento dos VUCs deverá absorver 30.000 unidades neste ano, segundo previsões da empresa.

O JAC T140 é equipado com motor Cummins de 140 cavalos de potência, disponíveis a 3.600 rpm e torque máximo de 28,6 kgfm a 1.600 rpm. Possui 2,45 metros de entreeixos, podendo ser implementado com baú ou carroçarias de metal/madeira. “Claro que nosso maior diferencial é o robusto motor Cummins de 140 cv de potência. Quem utiliza um caminhão como esse com carga total, sabe o esforço que o motorista precisa realizar para imprimir um desempenho satisfatório quando dispõe de pouca potência”, explica Sergio Habib, presidente da JAC Motors.

A operação brasileira da JAC Motors, liderada pelo empresário Sérgio Habib, trabalhará com caminhões de até 4,5 toneladas. Por contrato, os caminhões JAC acima dessa especificação só poderão ser negociados através da rede de concessionárias da Navistar (International – MWM). O lançamento oficial à imprensa especializada, bem como o início das vendas, deverão ocorrer ainda em 2012.

Os consumidores do caminhão encontrarão as mesmas facilidades dos clientes dos automóveis JAC, já que as mesmas estruturas de concessionárias e do Centro de Distribuição de Peças serão utilizadas para os serviços de venda e pós venda.

No princípio de 2012, a redação da Transpoonline procurou a JAC Motors para repercutir o assunto, mas que no momento negou interesse no mercado de veículos comerciais.

Fonte: Transpoonline