Empresa gaúcha de segurança recebe distinção no Prêmio Quality Brasil 2013

Grupo Volpato foi premiado em evento promovido pela Sociedade Brasileira de Educação e Integração. O objetivo da premiação é valorizar o produto nacional e reconhecer as empresas que se destacam em várias áreas. A empresa Grupo Volpato recebeu a distinção na categoria “Alarmes Monitorados e Rastreamento Veicular”.

O critério da premiação é qualitativo, avaliando o estágio da qualidade nas organizações sem prescrever metodologias e ferramentas de gestão. O estudo considera itens como a responsabilidade social das empresas com as comunidades onde atuam e o compromisso e respeito que a empresa tem com seus clientes, fornecedores e colaboradores. Entre empresas e personalidades que já receberam a distinção estão Luciano Huck, Gugu Liberato, TV Band, Volkswagen, Petrobras, Grupo Pão de Açúcar, Correios, Embratel, Nestlé, Fundação Cafu, Polícia Militar SP, O Boticário, Copenhagen, TAM, SEBRAE-SP.

A cerimônia de premiação ocorreu no dia 16 de maio na Sociedade Hebraica de São Paulo, no espaço Adolpho Bloch na capital Paulista. Informações para a Imprensa:

Volpato

A Volpato Segurança é uma empresa Gaúcha com atuação Nacional que está há mais de uma década no mercado atuando fortemente na área de equipamentos eletrônicos de segurança tais como: Sistemas de Alarmes Monitorados, Rastreamento Veicular e Circuito Fechado de TV. Possuindo uma das melhores centrais de monitoramento e Rastreamento do País, a Volpato tem como principal objetivo fornecer soluções completas aos seus clientes, tendo como base uma perfeita análise de riscos para a otimização dos recursos humanos e técnicos.

Fonte: PlayPress Assessoria de Imprensa

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Rodízio será suspenso no feriado de Corpus Christi

O rodízio municipal de veículos será suspenso na capital a partir de quinta-feira, 30, por causa do feriado de Corpus Christi. Para quem fica na cidade, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) vai montar em toda a cidade a Ciclofaixa de Lazer – tradicional aos domingos – das 7h às 16h na quinta.

Por causa da Corrida Gay, que acontece no centro da cidade, o trecho entre a Rua Barão de Itapetininga e o Largo do Arouche, mais a Rua Marconi, serão desativados às 15h. No domingo (2), os trechos da ciclofaixa entre a Avenida Paulista e o centro não irão funcionar por causa da 17ª Parada Gay.

Confira o que mais abre ou fecha neste feriado:

– POUPATEMPO

Os postos Poupatempo, que atendem na capital, Grande São Paulo, Litoral e interior não funcionam na quinta-feira. Na sexta-feira e no sábado, os atendimentos das 32 unidades serão realizados normalmente.

– BANCOS

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) informa que não haverá atendimento nas agências bancárias na quinta-feira (30). Na sexta-feira, o expediente é normal. As contas de consumo (água, energia, telefone e etc.) e carnês vencidos no dia 30 poderão ser pagos no dia 31/05, sem multas.

– MERCADOS

O Mercado Municipal (Mercadão) vai ficar aberto todos os dias do feriado, das 6h às 18h. Os demais terão os seguintes horários de funcionamento na quinta-feira: Central Leste, das 7 às 13h; Formosa, das 7 às 13h; Pirituba, das 7 às 14h; Guianases, Ipiranga, Penha, Sapopemba, Tucuruvi e Teotônio Vilela, das 8 às 13h e Santo Amaro, das 8 às 14h.

Os mercados da Lapa, Pinheiros e São Miguel fecham amanhã (quinta). Na sexta-feira e no final de semana, todos funcionarão normalmente. Os sacolões e feiras livres também funcionarão nos horários habituais.

– SUBPREFEITURAS

Não haverá atendimento de amanhã até domingo.

– PARQUES

Segundo a Secretaria do Verde, todos os parques municipais abrirão normalmente. – CULTURA. O Centro Cultural São Paulo abre todos os dias do feriado. A Biblioteca Mário de Andrade, no centro, fecha amanhã (30) e domingo.

Fonte: Estadao

Proprietários de mais de 229 mil veículos com IPVA atrasado são notificados em SP

Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo notificou proprietários de mais de 229 mil veículos com placa final 1 que apresentam débitos do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) dos exercícios de 2008 a 2 013. A relação foi publicada no Diário Oficial do Estado do dia 25/5.

A Fazenda enviará ao domicílio tributário de cada proprietário um comunicado de lançamento de débitos de IPVA. O aviso traz a identificação do veículo, os valores da dívida imposta, da multa incidente (20% do valor devido) e dos juros por mora, além de orientações para pagamento ou apresentação de defesa.

O lote de notificações acumula 234.113 dívidas, sendo que cada veículo pode ter débito em mais de um exercício. Juntando todos os atrasos de pagamento, o valor chega a mais de R$ 166,3 milhões.

Fonte: Transporta Brasil

Acidentes Rodoviários: Afinal, de quem é a responsabilidade?

Durante todo este primeiro semestre de 2013, estamos vendo, ouvindo e lendo a população gritar sobre a falta de condições de uso das rodovias brasileiras, notadamente as que não são privatizadas e/ou pedagiadas. E, sempre que alguma matéria jornalística ou pessoa de expressão social se faz ouvir, temos as autoridades informando, com poucas diferenças semânticas, que ‘os problemas são decorrentes da chuva; herança maldita de governos anteriores; desgaste natural das vias’, entre outras explicações. Incabíveis e irreais, a meu ver, pois trato com fatalismo: todo ano tem chuva (com mais ou menos intensidade) e buracos nas vias públicas.

E, ao fim de todo período festivo, tem-se a contagem dos mortos e dos desastres que foram registrados, tal qual no último feriadão- e que se repetirá novamente, no próximo: faremos análises estatísticas sobre o último período em relação a ano anterior e, caso o resultado seja melhor, mostraremos isso com o sucesso devido. Caso os números não sejam satisfatórios (mesmo mascarados por interpretações ‘interessantes’ ou por pontos-de-vista próprio de cada um), prometeremos a nós mesmos as melhores ações e intenções, para o próximo feriado ou dia de movimento.

Após duas décadas trabalhando em fiscalização rodoviária praticamente em todo o país, considero que todas as motivações de danos ao pavimento rodoviário são, no mínimo, previsíveis. Falo isso, pois temos contratos de manutenções viárias, além de equipes próprias dos órgãos executivos rodoviários especialistas em averiguação e convalidação das condições existentes.

Ao fim, temos as autoridades fiscalizadoras, as quais são imbuídas da atribuição de informar aos superiores as condições das vias. Neste conjunto, fica parecendo que as obras rodoviárias precisam sempre de um permanente ‘estado de caos’, para justificar obras emergenciais e de vulto. Certamente, é mais barato a reconstrução (justa e honesta) de uma via, do que seus anuais e previsíveis reparos por empresas especializadas. Por outro lado, temos vários trechos rodoviários recentemente entregues à população os quais, desde já, alguns desses locais não têm as condições de trafegabilidade mínimas, quando observadas as sinalizações horizontais ou verticais mal instaladas (ou de má qualidade), trechos não iluminados ou devidamente demarcados, exceções nas vias de acesso às comunidades que margeiam as rodovias, entre outros pontos. Além disso, fabricam-se acessos arriscados e autorizam-se estabelecimentos às margens da via, sem a respectiva audiência com a fiscalização residente, tão acostumada as variáveis do local.

Antes que me acusem de parcialidade política, declaro que não apenas as vias estaduais ou não pavimentadas que se encontram em condições ruins. As rodovias federais, em locais específicos, apresentam problemas com a falta de manutenção do pavimento asfáltico e acostamentos, surgindo lá buracos e degraus – os quais chegam a ser até mais perigosos do que um trecho conhecidamente sem condições de trânsito, sob minha ótica pessoal. A premissa deste raciocínio é simples: em alegadas boas situações de tráfego, o condutor mantém a confiança nas boas condições da viagem; repentinamente, depara-se com um buraco ou depressão à sua frente, não tendo como de se prevenir ou minorar o impacto sobre o veículo. Com isso, esses eventos muitas vezes são graves, pelas suas consequências.

Da mesma forma, em análise rápida dos números ofertados publicamente, as rodovias administradas pela iniciativa privada obtêm índices melhores em acidentes- considerando sempre que a estatística é ‘a arte de torturar os números para ele representar as ideias necessárias’. Talvez, isso ocorra com o fito de incentivar as licitações, deixando a cargo da iniciativa privada a administração das vias e assim se eximindo da responsabilidade que sempre foi do Poder Público.

Praticamente toda a população desconhece as ferramentas de responsabilidade civil objetiva perante os respectivos órgãos de manutenção e conservação viária. São raríssimos os casos de ressarcimento (administrativo ou, como é mais comum, por vias judiciais) de prejuízos advindos da má conservação viária ou confecção das vias, quando da sua manutenção, conservação ou adaptações realizadas. Várias empresas transportadoras já vêm constituindo seus corpos jurídicos de argumentos, documentos e pareceres técnicos próprios para a devida exigência de reparos da sua frota, haja vista os valores empenhados na operação logística, pois o reparo de um conjunto transportador tem um custo considerável.

Para muitos gestores burocratas descompromissados com a coisa pública, melhor deixar como está e, na ocorrência de alguma fatalidade, acusar de pronto os condutores dos veículos. Assim, fica mais fácil responder e tratar a mídia e suas notícias, em vez de analisar friamente as responsabilidades do ocorrido. Por nossa parte, como cidadãos, vamos em frente, registrando uma média de 500 acidentes somente em rodovias federais em todo o país, além de uma mórbida contabilidade de mais de cem brasileiros mortos e outras centenas de lesionados- todo dia, feriado ou expediente normal.

Por Fabiano da Silva Faria é Policial Rodoviário Federal licenciado, com MBA em Seguros (FUNENSEG) e aluno do MBS em Segurança Corporativa, pela BRASILIANO & ASSOCIADOS; Sócio-proprietário da FEDERAL ST (www.federalst.com.br). e-mail: fabiano@federalst.com.br

Produção de caminhões deve ser até 66% do investimento

REUTERS – O investimento no país no primeiro trimestre do ano, que será anunciado hoje, deve ter crescido à maior taxa em três anos. Mas é possível que até 66% dele se deva só à fabricação de caminhões. Gastou-se mais em caminhões em um ano do que o governo planeja investir em uma década em novas ferrovias, de acordo com a Bradesco Asset Management.

O forte aumento na produção de veículos pesados aconteceu após queda de 40% no ano passado, causada pela mudança nos padrões de emissão de carbono. Empresários e analistas afirmam que, excluindo os caminhões, não esperam forte expansão dos investimentos no curto prazo.

“Estamos um pouco céticos com uma retomada muito forte do investimento no restante do ano”, disse Leandro Padulla, da MCM Consultores. No longo prazo, se o Brasil quiser aumentar a taxa de investimentos de forma sustentada, vai precisar de capital estrangeiro e também de dinheiro nacional.

A taxa de poupança do Brasil é a mais baixa entre as grandes economias emergentes e da América Latina. No ano passado, ficou em 14,8%. “Isso vai exigir uma mudança radical do modelo econômico”, disse o chefe de pesquisas em mercados emergentes na Capital Economics, Neil Shearing.

Se o Brasil atingir a meta do governo de elevar os investimentos para 25% do PIB sem aumentar a poupança interna, Shearing estima que o deficit em transações correntes subiria a quase 10% do PIB, nível que deixaria o país vulnerável a crises cambiais mesmo com reservas de quase US$ 400 bilhões.

Fonte: Folha de S. Paulo

Restrição a caminhão trava acesso ao litoral

Às vésperas do feriado de Corpus Christi, um decreto municipal de Cubatão (SP) que limitou o funcionamento dos pátios usados para regular o acesso de caminhões ao porto de Santos levou caos ao sistema Anchieta-Imigrantes, que registrou congestionamentos de até 50 km. A lentidão na descida pela Anchieta chegou até São Bernardo do Campo, no ABC, deixando motoristas parados durante mais de três horas. Ônibus chegaram a demorar oito horas até Santos (viagem que leva normalmente uma hora).

Diante da dimensão do problema, a Prefeitura de Cubatão recuou no final da tarde e suspendeu o decreto –mas só até a próxima terça. O transtorno na principal ligação da capital ao litoral levou o Estado a avaliar ações judiciais. “Não é possível fazer das rodovias do Estado estacionamento de caminhões, ainda mais chegando o feriado”, disse o governador Geraldo Alckmin (PSDB).

PÁTIOS

“Tomamos essa decisão porque achamos que era o melhor para Cubatão. Não tínhamos o desejo de causar problemas maiores. Não foi uma medida simpática, nem tinha o desejo de ser”, disse a prefeita Marcia Rosa (PT).

A medida, que havia entrado em vigor anteontem, proibiu os pátios da Elog e do Rodopark, em Cubatão, os únicos usados para controlar o acesso de caminhões ao porto, de funcionar das 18h às 8h. O objetivo alegado era melhorar o tráfego na cidade. Com isso, caminhoneiros ficaram parados na Cônego Domênico Rangoni à espera da abertura dos pátios, e o congestionamento logo atingiu a rodovia Anchieta.

Às 7h40, o engarrafamento levava motoristas a desistirem da viagem rumo ao litoral. O representante comercial Marco Antônio da Silva, 59, ficou parado por três horas na Anchieta, após passar o pedágio. Acabou voltando. “A previsão é que só melhoraria no final da tarde. Peguei uma estrada de barro, fui parar na pista contrária, voltei e só atendi meus clientes por telefone”, afirmou.

A Ecovias, concessionária responsável pelo sistema, chegou a bloquear a descida de veículos pela Anchieta. A situação foi normalizada à tarde, quando os caminhões acessaram os pátios. Segundo a Ecovias, hoje há previsão de trânsito normal.

NOVA REUNIÃO

A prefeita, que enfrenta o desgaste de um processo de cassação na Justiça, disse que adotou a medida devido aos problemas causados por caminhões em Cubatão. “Há anos o trânsito na cidade está caótico, sobretudo durante o dia. Pessoas deixam de trabalhar, a indústria não escoa a produção e os caminhões parados na estrada provocam poluição”, disse. A suspensão do decreto veio após reunião da prefeita com as polícias Militar e Rodoviária e Ecovias, dentre outros órgãos. O problema, porém, continua: nova reunião ocorrerá na terça, e a prefeitura não descarta retomar as restrições.

Fonte: Folha de S. Paulo

Caminhoneiro que não cumpre Lei do Descanso é multado no Paraná

O Ministério Público do Trabalho (MPT) intensificou desde ontem a fiscalização da lei que estabelece limites à jornada de trabalho dos caminhoneiros. Pela primeira vez desde que a lei entrou em vigor, em julho, o órgão promoveu uma blitz que aplicou multas aos motoristas que não cumpriam as regras, como fazer paradas de 30 minutos a cada quatro horas de direção e ter repouso diário de no mínimo 11 horas.

No Paraná, 28 motoristas foram multados ontem, de um total de 115 abordados. Os casos serão enviados ao MPT, que deve investigar a responsabilidade das empresas transportadoras. Até agora, são 324 empresas investigadas em todo o país. Os inquéritos estão em andamento. Os caminhoneiros foram enquadrados por descumprirem o Código de Trânsito Brasileiro e penalizados com quatro pontos na carteira, além de multa de R$ 127.

A operação feita no Paraná será replicada em outros Estados nas próximas semanas, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal. O objetivo é fazer valer a lei, que foi alvo de protestos de caminhoneiros e transportadores. O setor reclamava que as rodovias brasileiras não têm pontos de parada e que a lei encarecia o frete, reduzindo ofertas de trabalho e aumentando o custo do transporte.

Um grupo de caminhoneiros organizou uma greve geral contra as novas regras, mas ela fracassou. Para o procurador Paulo Douglas, que coordena as fiscalizações, o movimento contrário à lei foi “patrocinado por ruralistas”. As multas a quem não cumpre a lei estavam suspensas desde setembro por uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito, que exigia que o governo elaborasse uma lista das vias com áreas adequadas para descanso. O MPT entrou na Justiça contra a resolução. Há duas semanas, ela foi derrubada.

Fonte: Folha de S. Paulo