Roubos de cargas aumentam 79,4% em Campinas no 1º bimestre de 2013

Os registros de roubos de carga aumentaram 79,4% em Campinas (SP) nos dois primeiros meses de 2013, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública. Foram 70 casos, contra 39 em 2012. De acordo com dados do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp), o estado de São Paulo concentrou 53,47% do total desta modalidade de roubo no país.
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E a região de Campinas é considerada uma das mais preocupantes do Brasil. As cidades de Campinas, Hortolândia (SP) e Sumaré (SP) tiveram juntas prejuízos de R$ 300 milhões em 2012. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas e Profissionais de Logística (ABEP), as rodovias Anhanguera (SP-330) e Bandeirantes (SP-348) concentram 23% dos roubos no país.


Caminhão de carga trafega por rodovia da região de Campinas (Foto: Reprodução EPTV)

O motorista Arlei Dias, que transporta combustível, foi vítima das quadrilhas duas vezes. “Uma vez me pegaram com um carro com um giroflex (alerta luminoso da polícia) . Achei que era carro da polícia e não era”, afirma ele que foi roubdo na Anhanguera.

Para tentar evitar os roubos, as empresas estão investindo em tecnologia, como equipamentos que avisam a central em caso de assaltos em andamento, mas isso acaba aumentando o preço do frete. “Com mais pessoal, mais equipamentos pode até reduzir o valor do seguro, mas a junção de tudo aumenta o custo”, afirma o especialista em logística Frederico da Costa Silva.

Para o delegado titular do 12º Distrito Policial de Campinas, Tadeu Brito de Almeida, uma maneira de reduzir este tipo de crime é passar algumas ferramentas jurídicas para o poder policial.
“Precisava voltar para o poder policial os mandados de buscas. O acesso às movimentações financeiras e às operadoras de telefonia. Isso acelera as investigações e contribui para a redução do crime”, avalia o delegado. O fato dos delegados terem que pedir à Justiça autorização para mandados de busca foi definido na Assembleia Constituinte de 1988. A Polícia Rodoviária não se pronunciou sobre os roubos em rodovias.

Mega-assalto

Pelo menos 30 homens armados e encapuzados invadiram e assaltaram um condomínio logístico, em Campinas (SP), na noite de 16 de fevereiro. Segundo a Polícia Militar, o grupo usou 18 veículos – sendo oito carros e dez caminhões – para roubar uma carga de tablets e smartphones no Centro Logístico Brasil (CLB). Parte da carga foi encontrada em várias cidades da grande São Paulo, Campinas e em Artur Nogueira (SP).

Fonte: G1

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Quadrilha especializada em roubo de carga é presa em Bragança Paulista

Um caminhão roubado com carga de cigarro, que seguia para Bragança Paulista, foi flagrado e perseguido pela polícia rodoviária na manhã desta terça-feira (26). Houve tiroteio, mas ninguém ficou ferido. O motorista do veículo foi preso.

A Polícia Civil acredita que a mercadoria apreendida seja contrabandeada do Paraguai, por conta dos selos nas caixas. A prisão do motorista levou os policiais até um galpão onde o estoque seria armazenado. No local dois veículos foram apreendidos e um outro suspeito, responsável pelo local, foi preso.

“Nós efetuamos a diligência até esse local (galpão) e constatamos uma enorme quantidade de cigarros contrabandeados, produto de contrabando e descaminho”, disse Sandro Mortanari Vasconcellos, delegado responsável pela investigação do caso.

A polícia investiga ainda a participação de outras duas pessoas no crime. Elas foram presas na cidade de Louveira (SP) e confessaram participação na ação.”Nosso trabalho é tentar convergir as informações, para tentar ligar o galpão onde estavam aqueles cigarros contrabandeados a esse crime de hoje”, afirmou Mortanari.

Um outro outro veículo que também transportava cigarros acabou sendo abandonado na estrada de acesso a Bragança. O motorista fugiu e a carga foi apreendida. Os dois caminhões haviam sido roubados na rodovia dos Bandeirantes em Jundiaí.

Fonte:G1

Chery apresenta rival do Gol que será produzido no Brasil


O Chery Celer chega às concessionárias nas versões hatch e sedã

A fabricante chinesa Chery apresentou nesta terça-feira, em Atibaia, São Paulo, o Celer – primeiro modelo da montadora a ser produzido na unidade de Jacareí (SP). O carro chega às concessionárias nesta semana nas versões hatch e sedã por R$ 35.990 e R$ 36.990, respectivamente, e concorrerá com Hyundai HB20, Volkswagen Gol, Fiat Palio, Chevrolet Agile e Onix, na versão hatch, e Volkswagen Voyage, Fiat Siena e Chevrolet Prisma, na versão sedã.

“O Celer tem um significado muito especial e representa o início de uma nova era da empresa no País. Além de ser o primeiro carro nacional da marca, ele será fabricado na primeira unidade de regime completo de produção fora da China”, afirmou Luis Curi, CEO e vice-presidente da marca no Brasil.

O modelo possui motor 1.5 16V flex nas duas versões, capaz de produzir 108 cavalos de potência e velocidade máxima de 160 km/h. O carro sai de fábrica com itens como ar-condicionado, vidros elétricos, relógio digital, sistema de som com CD Player e MP3, além de porta-objetos e porta-copos. No pacote de segurança, estão incluídos itens como airbags para motorista e passageiro, indicador sonoro de porta aberta e alarme antifurto.

O modelo chega ao mercado com cinco anos de garantia e disponível nas cores cinza, prata, branco, preto, azul, vermelho dourado e bronze. Para 2013, a Chery prevê comercializar 7 mil unidades do Celer, sendo 75% na versão hatch e o restante na versão sedã. A empresa vai investir cerca de R$ 37 milhões nas áreas de vendas, pós-vendas e marketing, considerando o lançamento do Celer e todo o plano estratégico da montadora no País. O jornalista viajou a convite da montadora.

Fonte: Terra

Câmara Municipal de SP flexibiliza normas de instalação de heliponto

A Câmara Municipal aprovou ontem, em segunda votação, um projeto de lei que flexibiliza as normas para a instalação de helipontos em São Paulo. O texto segue para o prefeito Fernando Haddad (PT), que poderá sancionar ou vetar a medida.

Editoria de Arte/Folhapress

O projeto, de autoria do vereador Milton Leite (DEM), reduz de 300 metros para 200 metros a distância mínima dos helipontos em relação a escolas, creches e hospitais. Também livra dessa distância helipontos que comprovem emitir baixos níveis de ruído e libera os que já têm alvará ou que precisem apenas revalidá-lo. Outra mudança é a redução de 10 para 5 metros o recuo mínimo dos helipontos.

Empresas e condomínios consideram as regras atuais, em vigor desde 2009, muito rígidas. Por esse motivo, têm buscado autorização na Justiça para liberar helipontos com distâncias menores. Havia decisões favoráveis e contrárias, ainda não definitivas. Além das empresas, o projeto também tem o apoio da Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero.

Representantes de ONGs e de associações de moradores são contra o projeto, e no fim do ano chegaram a protocolar pedido de suspensão da votação na Câmara. O documento foi entregue após uma reunião pública da Comissão de Meio Ambiente, no dia 13 de novembro.

“O projeto tem conflitos de interesse em todos os níveis”, diz Márcia Vairoletti, da Associação Defenda São Paulo, uma das signatárias. Também pediram a suspensão a associações de moradores da Lapa, Pacaembu e Butantã. O promotor de Habitação e Urbanismo Maurício Ribeiro Lopes questionou a proposta durante a reunião. “É preciso que a população seja mais ouvida. O barulho do helicóptero coloca a saúde das pessoas em perigo. Além disso, não temos segurança aérea suficiente”, disse.

Na ocasião, ele afirmou ainda que em Paris notou que políticos vão trabalhar de transporte público, enquanto a prefeitura tem sete helipontos. “Que o Hospital das Clínicas precisa de um heliponto não se discute, mas na alameda Santos é discutível.” O vereador Gilberto Natalini (PV), que convocou a reunião pública no ano passado, foi o único a votar contra.

“Não somos contra os helicópteros, o que a gente pede é um ordenamento para que uma coisa para poucos usuários não prejudique toda uma comunidade”, diz Márcia Vairoletti.

Fonte: Folha de S. Paulo

Marginal Pinheiros, em SP, terá ponte móvel e nova ciclovia por R$ 5,7 mi

A marginal Pinheiros, uma das vias mais importantes da cidade de São Paulo, receberá, até o início do segundo semestre deste ano, uma ponte móvel e uma nova ciclovia. As obras fazem parte de um conjunto de projetos para a revitalização urbana e social das marginais dos rios Pinheiros e Tietê.

O anúncio foi feito nesta terça-feira pelo governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), durante uma visita às obras da futura ciclopassarela móvel, que ligará a estação Santo Amaro da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) ao bairro do Socorro, na zona sul.

A ciclovia terá 2,8 km de extensão e ligará a entrada do Pomar Urbano à ponte do Socorro. Cerca de 15 mil pessoas devem ser beneficiadas após a conclusão das obras.

O custo estimado é de R$ 5,7 milhões e será financiado pela empresa privada Bayer. “Este é um belo exemplo de parceria, a ponte não tem um centavo de dinheiro público e nós estamos fazendo uma ciclovia. Além do lazer, a ciclovia vai ser um meio de transporte para os trabalhadores”, disse Alckmin.

Fonte: Folha de S. Paulo

Programa Renova SP entrega os primeiros dez caminhões

Medida do Governo de São Paulo tem como objetivo substituir cerca de mil caminhões velhos que prestam serviços no Porto de Santos

O Governo do Estado entregou neste sábado (23/3), em Santos (SP), os primeiros dez caminhões financiados por meio do programa Renova SP. O governador Geraldo Alckmin esteve no local e entregou as chaves aos donos dos veículos.

A partir do Programa de Incentivo à Renovação da Frota de Caminhões, os novos veículos são financiados com juros zero, subsidiados pelo Governo do Estado.Medida propõe substituir caminhões com idade superior a 30 anos que circulam na zona portuária de Santos. Estima-se a substituição de cerca de mil caminhões velhos, que são enviados a uma empresa recicladora credenciada pela Cetesb.

Para ingressar ao programa, o transportador precisa morar nas cidades portuárias da Baixada Santista e comprovar prestação de serviços no Porto de Santos. É possível simular o financiamento diretamente no site da Desenvolve SP.

Fonte: Portal Transporta Brasil