Indústria brasileira é responsável por mais de 40% das importações de pneus de carga

 


A indústria brasileira de pneus elevou suas importações em mais de 40% neste ano. Entre janeiro e agosto os fabricantes nacionais de pneus já importaram mais de 670 mil pneus de carga – usados para o transporte rodoviário e urbano -, o que representa uma participação média de 43,5% sobre todas as importações de pneus realizadas pelo Brasil. No mesmo período do ano passado, os fabricantes nacionais haviam importado mais de 463 mil unidades e detinham uma participação de 34,1% das operações, o que aponta um salto de 9,4 pontos percentuais sobre os primeiros oito meses de 2013.

Esses dados fazem parte de levantamento realizado pelo Departamento de Economia da ABIDIP (Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Pneus) e revelam que os fabricantes nacionais de pneus – um dos setores mais críticos em relação à importação de bens e produtos -, não apenas vêm elevando os percentuais de bens ‘importados’ em seu portfólio, como vêm praticando aquilo que tanto combatem: um possível dumping em suas importações. O levantamento mostra também que o súbito aumento da importação pela indústria brasileira de pneus não se reflete em preços menores ao consumidor. Pelo contrário, os pneus de carga, na medida 295, comercializados pela Michelin apresentaram aumento médio de 5% desde janeiro e os da Pirelli e Bridgestone, sofreram aumentos médios de 2,80% e 2,99%, respectivamente.

Esses percentuais foram obtidos em pesquisa realizada pelo Departamento de Economia da ABIDIP junto a transportadoras e frotistas, sendo que o mapeamento das importações de pneus mostra que nos primeiros oito meses deste ano os percentuais de crescimento das importações foram maiores para a Continental, Goodyear e Michelin, sendo a Sumitomo/Dunlop a maior importadora líquida de pneus do mercado brasileiro.

Em média, a Continental ampliou suas importações em 227% no período de janeiro a agosto deste ano, ante a mesma base de comparação do ano passado. Em média, a Goodyear elevou suas importações em 106%, a Michelin em 89% e a Pirelli em 79%. A única empresa produtora de pneus com fábrica no Brasil que reduziu as importações no período foi a Bridgestone. Em média, a empresa reduziu suas importações em 73% no período apurado. O caminho inverso ao adotado pela Bridgestone está presente nos números da Sumitomo/Dunlop. De cada 10 pneus importados pela indústria brasileira de pneus entre janeiro e agosto deste ano 3,6 foram comprados pela Sumitomo/Dunlop, 2,9 pela Michelin, 1,8 pela Goodyear e 1,0 pela Pirelli. “Os números apresentados mostram no mínimo uma situação paradoxal”, afirma o diretor executivo da ABIDIP, Milton Favaro Júnior.

“De um lado a indústria brasileira de pneus, que desde 2008 instaurou uma verdadeira guerra contra o pneu importado e contra importadores de pneus, através de processos sucessivos por dumping, agora mostra que de cada 10 pneus que são importados pelo Brasil, 4,4 pneus são importados por quem tem fábrica aqui. Essa é uma situação paradoxal na medida em que eles atacam a importação e os importadores independentes. Dizem que quem importa pratica dumping, sendo que eles mesmos, possivelmente, podem estar praticando isso”, afirma.

Uma questão relevante nesse contexto é que o governo brasileiro – a pedido dos produtores nacionais de pneus – está avaliando a possibilidade de ampliar os processos por dumping sobre seis países que vendem pneus de carga ao Brasil. Até agora apenas os produtos oriundos da China tinham um direito antidumping aplicado. “O governo brasileiro está prestes a levar o setor a uma catástrofe anunciada, prevista e antecipada pela ABIDIP, que é a possibilidade de transformar as importações de pneus em monopólio da indústria nacional e a destruição da competitividade e liberdade de preços. Da forma como está se desenhando o processo, apenas a indústria nacional poderá importar – de suas fábricas afiliadas – e ao preço que quiser e isso é monopólio. O governo corre o risco de destruir o mercado brasileiro de pneus de carga”, afirma Favaro Júnior.

Segundo o diretor executivo da ABIDIP se for levado em conta o peso do transporte rodoviário de carga na economia, o impacto será ainda maior e perigoso e quem vai pagar a conta é o consumidor. Dados da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) apontam que o transporte rodoviário participa com 61,1% na matriz de transportes do Brasil, ante 20,7% do transporte ferroviário, 13,6% do aquaviário, 4,2% do dutoviário e 0,4% do aéreo.

“São aproximadamente 2,4 milhões de caminhões, 493 mil cavalos mecânicos, 962 mil reboques e 723 semirreboques, além de 105 mil ônibus municipais e intermunicipais rodando no País. Tudo isso necessita de pneus para movimentar mercadorias, girar a economia e a indústria nacional de pneus quer monopolizar isso”, destaca Favaro Junior. Um dos maiores reflexos da medida em estudo pelo governo federal é o impacto sobre o aumento de custos sobre os fretes praticados por transportadoras e frotistas.

“O que está em jogo no momento é algo muito delicado e representa um prejuízo muito grande ao consumidor, uma vez que os pneus de carga no Brasil têm impacto direto na economia, no preço do frete, no custo dos produtos, na inflação, pois o pneu é um dos três principais custos de uma transportadora”, diz Favaro Júnior. Tradicionalmente, o primeiro custo de uma empresa de transportes é o gasto com combustível, seguido pela folha de pagamentos, vindo o custo com pneus na terceira posição. Segundo Favaro Júnior, a adoção por antidumping sobre os pneus de carga importados da China desde 2008 já levou muitas marcas a ‘sumirem’ do mercado brasileiro. “O governo quer aplicar as mesmas medidas já adotados contra a China sobre outros seis países, uma ação que inviabilizaria o fornecimento de pneus ao Brasil”, alerta o executivo.

“O que a sociedade brasileira não sabe é que as indústrias nacionais já são responsáveis por 44% das importações do setor, mas curiosamente os seis países indicados como novo alvo do governo federal não interferem nas importações da indústria brasileira de pneus, mas sim nos demais participantes do mercado, os importadores independentes. É como se houvesse uma importação saudável e correta feita pelos fabricantes de pneus nacionais e outra não saudável feita por importadores que não fazem parte do clubinho das ‘nacionais”, afirma.

Fonte: Portal Log Web

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Vendas de carros novos perdem fôlego em outubro

 

Sem confirmar a reação esperada pela indústria, as vendas de carros caíram para o ritmo mais fraco em oito meses na média diária de emplacamentos e caminham para fechar outubro abaixo dos volumes de igual período de 2012, aprofundando a queda no resultado acumulado deste ano.

A recuperação aguardada pelo setor para salvar 2013 e garantir novo recorde nos licenciamentos ficou para o último bimestre, quando as montadoras jogam as fichas na injeção de recursos do décimo terceiro salário na economia, assim como na antecipação de compras diante da possibilidade de retirada dos descontos no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a partir de janeiro. O governo, contudo, já sinalizou que manterá as alíquotas do tributo reduzidas no primeiro trimestre de 2014, o que poderá esvaziar a corrida às concessionárias.

Números preliminares mostram que as vendas por dia útil, que ficaram na faixa de 14 mil a 15 mil carros nos últimos seis meses, recuaram para cerca de 13 mil unidades em outubro. Até terça-feira, os emplacamentos de automóveis e utilitários leves – sem incluir, portanto, caminhões e ônibus – somavam quase 271 mil unidades, 8% abaixo de setembro.

Mas como outubro tem dois dias úteis a mais de venda, a tendência é que, ao se somar os licenciamentos de ontem e hoje, o mês inverta a tendência negativa e feche um pouco acima de setembro. As previsões de analistas, levando-se em conta uma aceleração das vendas nesses dois últimos dias, vão de 300 mil a 305 mil carros emplacados, com um crescimento de 2% a 4% ante o mês imediatamente anterior. Porém, na comparação com o mesmo período de 2012, que foi o oitavo melhor resultado da indústria automobilística na histórica, a queda neste mês deve ficar entre 6% e 8%, conforme projetam especialistas com base em números coletados às vésperas do encerramento de outubro.

Dessa forma, o recuo das vendas no acumulado desde janeiro se acentua de 1% para algo ao redor de 1,5% a 1,7%, somando aproximadamente 2,95 milhões de carros licenciados nos dez primeiros meses. Isso coloca ainda mais em risco as metas traçadas por montadoras e revendas de um crescimento de pelo menos 1% do mercado neste ano. Para se chegar a esse número, as vendas terão que evoluir a um ritmo diário de 17,8 mil carros até dezembro, enquanto os emplacamentos deste mês ficaram apenas um pouco acima de 13 mil unidades diárias. Ritmo tão baixo não se registrava desde fevereiro, quando o mercado girava 12,4 mil carros a cada dia útil.

Até maio, as vendas subiam quase 9%, mas perderam fôlego quando passaram a ser comparadas a alguns dos melhores resultados da história, como junho, julho, agosto e mesmo outubro de 2012. Ou seja, o mercado paga a conta da antecipação de compras nesses meses, marcados pela corrida dos consumidores às lojas para aproveitar descontos no IPI que chegavam a zerar o imposto de carros populares. Além disso, analistas e executivos desse setor dizem que o desempenho vem sendo prejudicado pela seletividade nas liberações de crédito e a menor propensão ao consumo, como reflexo do comprometimento de renda e da queda na confiança da população.

Agora, a indústria joga as fichas numa nova corrida às lojas em dezembro para evitar a primeira queda nas vendas de veículos em dez anos e também reduzir os níveis críticos dos estoques. O problema é que as recentes declarações do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, indicando a manutenção dos descontos no IPI pelo menos até março podem reduzir o interesse na antecipação de compras, dizem analistas.

“Se o ministro não tivesse aberto a boca, poderia haver uma disparada das vendas agora”, diz Raphael Galante, da consultoria Oikonomia, acrescentando que, mantendo-se a cadência normal de vendas, a tendência é que o mercado feche o ano com queda de 2% nos licenciamentos de veículos leves. Julian Semple, consultor da Carcon Automotive, diz que não é interessante para as montadoras que o governo defina logo a situação do IPI. “É melhor ter uma venda agora do que daqui a quatro meses”, afirma.


Fonte: Valor Econômico

Abal e Noma lançam carroceria para carga seca 100% em alumínio


O Projeto Carga Seca de Alumínio apresenta ao mercado uma carroceria aberta totalmente produzida no leve metal e inédita no país. A iniciativa e o projeto são da Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) e a execução da Noma.

Trata-se da carroceria mais leve da categoria capaz de transportar 2.200 kg/m2 de carga útil. Fabricada para um caminhão truck com capacidade de carga de 23 toneladas de peso bruto (PTB), é indicada para o transporte de cargas secas, fracionadas, paletizadas e até para vergalhões e madeiras.

A leveza traz vantagens competitivas significativas para o transportador. Segundo estudos da ABAL, em parceria com a Associação Nacional de Transporte de Carga e Logística (NTC&Logística),  em condições médias de uso, ao final de oito anos, um caminhão com a carroceria de alumínio pode gerar R$ 65,8 mil de lucro, quase três vezes mais na comparação  com os R$ 23,9 mil do implemento em aço e ainda maior que os R$ 28,6 mil da versão em madeira.

O valor do implemento em alumínio volta ao final de 44 meses, contra 68 da madeira e 89 da versão em aço. Logo após a Fenatran, a carroceria de alumínio entrará em testes para ser homologada pela Noma.

Fonte: Portal Log Web

Com pedágio, ida e volta na Tamoios pode custar R$ 23

 

O governo de São Paulo apresentou ontem a proposta final de concessão da rodovia dos Tamoios, que liga o Vale do Paraíba ao litoral norte, com preço do pedágio que vai representar 63% do cobrado por quilômetro na via Imigrantes. O início da cobrança do pedágio está previsto para 2015.

Mesmo assim, como o trecho concedido da Tamoios será maior, o preço do pedágio ida e volta pode alcançar cerca de R$ 23. Hoje, pela Imigrantes, o valor é de R$ 21,20. O modelo da concessão foi apresentado em audiência pública realizada ontem pela Artesp (agência reguladora dos transportes rodoviários de São Paulo). Porém, a Artesp não apresentou previsão do preço final do pedágio, já que se trata ainda de uma proposta, que pode mudar.

A partir da audiência, a agência vai colher sugestões para lançar o edital de concessão. O governo espera assinar o contrato em 2014. O plano do governo é privatizar a estrada do km 11,5, no entroncamento com a Carvalho Pinto, até o final da serra e ainda mais 33,9 km dos contornos de São Sebastião e Caraguatatuba, que devem estar totalmente concluídos somente em três anos.

Estão previstas três praças de cobrança: no km 12,8, logo após o trevo da Carvalho Pinto, no km 56,4, antes da descida na serra, e uma última na junção com os futuros contornos. O valor dos pedágios será dividido entre as três praças, mas o governo não divulgou se os preços serão iguais em cada ponto de cobrança.

NOVA SERRA

O consórcio que vencer a concorrência terá que construir uma nova pista de descida da serra do Mar, na direção sul, e adaptar o traçado atual para a subida. Ontem, após uma série de revisões, o governo estimou a obra em R$ 2,9 bilhões. Serão cerca de 21,5 km, com uma série de pontes e viadutos, como a Imigrantes. Antes, a estimativa era que a serra ficasse pronta em três anos, mas o prazo foi alterado para cinco anos.

O período de concessão é de 30 anos. A concessionária ficará responsável pela manutenção da estrada. A previsão das áreas técnicas do governo é que a Tamoios deve encerrar o ciclo de concessões rodoviárias nos modelos atuais. Nos próximos anos, o Estado deve avaliar se vai privatizar somente a manutenção. Hoje, o Estado tenta fazer com que haja uma redução das tarifas mais caras, mas já houve suspensão do reajuste de julho, por causa dos protestos.

Fonte: Folha de S Paulo

Campinas terá ação contra roubo de carga


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) durante a Fenatran o programa de combate ao roubo de carga no Estado de São Paulo. “Todas as DIGs (Delegacias de Investigações Gerais) do Estado terão um núcleo para apurar o furto, o roubo e o desvio de cargas. Queremos chegar até os receptadores.” Segundo ele, haverá uma ação especial em Campinas devido a uma ocorrência maior desse tipo de crime na região.

O secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Fernando Grella Vieira, explicou que o núcleo dentro das DIGS, a que o governador se referiu, é uma equipe responsável por apurar o roubo e os desvios de carga. “Queremos estabelecer uma interlocução formal com o Procarga (Programa de Combate ao Roubo de Carga do Estado de São Paulo).”

Grella Vieira admitiu que hoje há um “momento crítico” de roubo de carga em Campinas. “Não há interlocução formal para se saber quem cobrar, a quem direcionar, a quem dirigir as ações. Esse é o objetivo.” Grella Vieira afirmou que a portaria para especificar as atribuições dos núcleos será feita ainda nesta semana.

Fonte: MSN

Alta da gasolina leva Ministério da Fazenda e Petrobras a se desentenderem

 

A definição de uma fórmula de reajuste da gasolina e do diesel, para reforçar o caixa da Petrobras e garantir o cumprimento de seu plano de investimento, causou desconforto entre a estatal e o Ministério da Fazenda. A equipe econômica concorda em criar um mecanismo que dê “previsibilidade” para a Petrobras, mas não gostou da forma como o assunto foi tornado público nem do modelo aprovado pela diretoria da empresa. A Folha apurou que o ministro Guido Mantega (Fazenda) manifestou sua insatisfação durante conversas com diretores da estatal na sexta-feira passada, após a reunião do conselho de administração, órgão que é presidido por ele.

Na avaliação de assessores presidenciais, a Petrobras pressionou “publicamente” o governo a aprovar sua proposta o quanto antes, quando ainda não havia autorização final para o modelo sugerido pela diretoria da estatal. Irritou o Ministério da Fazenda a forma como a Petrobras discutiu o tema na mais recente reunião do conselho de administração, registrando em ata que a diretoria da empresa havia aprovado uma fórmula de reajuste automático para gasolina e diesel. Com isso, a informação acabou sendo repassada oficialmente ao mercado por meio de fato relevante.

Nele, a estatal diz que sua “diretoria-executiva deliberou sobre uma metodologia de precificação a ser praticada pela companhia”, que foi “apresentada ao conselho de administração, que determinou a elaboração de simulações adicionais e estabeleceu o prazo de 22 de novembro para sua consideração”. Na visão do governo, não havia motivos para divulgar oficialmente ao mercado acionário uma proposta que ainda não estava finalizada e que está sujeita a ajustes. Dentro da estatal, assessores argumentam que o ministro não pode afirmar que foi surpreendido com a discussão do mecanismo de reajuste automático, que já vinha sendo debatido nas últimas reuniões do conselho.

Além disso, na quarta passada, antes da reunião, a presidente da Petrobras, Graça Foster, informou a Mantega que a diretoria da empresa apresentaria uma fórmula para avaliação. A equipe econômica não contava, porém, que ela fosse formalizada. Interlocutores de Graça Foster argumentam que ela tem deixado claro ao governo que não defende uma proposta que possa prejudicar o trabalhos da equipe econômica para conter a inflação. Procurados, Fazenda e Petrobras se limitaram a negar que haja desentendimento.


Fonte: Folha de S. Paulo

Terminal de Dados Móvel da Advantech-Dlog auxilia na gestão da frota

A Advantech-Dlog anuncia o Terminal de Dados Móvel (MDT), que ajuda a gerenciar ativos da frota. Com built-in GPS, GPRS, HSDPA, CDMA, mantém os motoristas e despachantes em estreita comunicação. E dependendo do sensor, pode acompanhar tudo, desde a quilometragem, roteamento, velocidade, aceleração, frenagem, a pressão do óleo e consumo de combustível até a pressão dos pneus para as rodas individuais.

Uma função adicional importante é o registro de atividade do motorista e suas horas de descanso para ajudar a manter a conformidade com os regulamentos de serviço de segurança e horas. Engenheiros Advantech-Dlog montaram a solução usando o computador veicular TREK-510 (ARM based) com a tela veicular ultrarresistente e inteligente TREK-303L. Esta combinação de hardware pode ser integrado a uma solução de software que leva praticamente todo o trabalho penoso de registro tedioso e monitoramento, permitindo o gerenciamento bem-informado, mesmo para as operações de frotas mais complexas.

O computador veicular TREK-550 oferece módulos embarcados de comunicação, como GPRS, HSDPA e CDMA, juntamente com múltiplas E/S para conexão com uma variedade de sensores. Este MDT oferece uma abundância de conectividade para as entradas e sensores, incluindo uma opção de câmera de visão traseira. A exibição do veículo inteligente de 7 polegadas TREK-303L oferece teclas de função definida pelo usuário junto com a entrada touchscreen. Construção robusta oferece uma ampla faixa de temperatura operacional e de gestão de energia elétrica.

Fonte: Portal Log Web