Veículo de passeio é recuperado em menos de 24 horas com ajuda do rastreador da Volpato Segurança

No dia quatro de maio, na Rua Buarque de Macedo, Zona Norte de Porto Alegre, foi furtado um veículo de passeio. O fato teve início quando a vítima foi abordada, na manhã da sexta-feira (04/05), por um homem armado, em Porto Alegre. Ela estava em um veículo Ford Focus prata. Após a abordagem, o homem fugiu com o veículo.

A motorista entregou o carro e acionou imediatamente o bloqueio da Volpato Segurança. A empresa não acionou a polícia, porque o veículo foi bloqueado, mas apenas registrou um boletim de ocorrência no 9ª Distrito Policial de Porto Alegre.

A Volpato Segurança encontrou o Ford Focus prata através do seu rastreador via satélite. A operação de recuperação durou menos de 24 horas, a partir do horário da comunicação até a localização do veículo.

Sobre a Volpato – A Volpato Segurança é uma empresa Gaúcha com atuação Nacional que está há mais de uma década no mercado atuando fortemente na área de equipamentos eletrônicos de segurança tais como: Sistemas de Alarmes Monitorados, Rastreamento Veicular e Circuito Fechado de TV. Possuindo  uma das melhores centrais de monitoramento e Rastreamento do País, a Volpato tem como principal objetivo fornecer soluções completas aos seus clientes, tendo como base uma perfeita análise de riscos para a otimização dos recursos humanos e técnicos.

Sobre a GRISTEC – Fundada em 2005, a Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento – GRISTEC – é uma entidade de classe de âmbito nacional, sem fins lucrativos, que tem como objetivo elaborar normas, critérios e certificações para o segmento, além de representar legalmente as empresas do setor. Oferece adesão espontânea às empresas que atuam com gerenciamento de riscos, tecnologia de rastreamento e monitoramento, e empresas com afinidade a essas atividades econômicas. http://www.gristec.com.br/

Informações para a imprensa:
Play Press – Assessoria de comunicação da Volpato Segurança
Jackeline Moraes (repórter)
(51) 3361-6016 / (51) 8503-1864
jackeline@playpress.com.br
Coordenação: Rafael Dias Borges

Informações para a imprensa:
Oficina da Comunicação Integrada – Assessoria de comunicação da Gristec
(11) 2275-0833
Adriana Camargo
adriana@oficinadacomunicacao.inf.br
Coordenação:
Fran Oliveira / Ana Claudia Proença

Participe também da Coluna Parceiros do Asfalto. CLIQUE AQUI e saiba como.

Anúncios

Jovem e adolescente são detidos após roubo de táxi

Dois adolescentes, um de 18 e outro de 16 anos, foram detidos na noite de domingo (29) acusados de roubar um táxi na região central de Curitiba. A dupla foi encontrada com o Corsa Sedan roubado no bairro Uberaba, horas após o registro do crime.

O veículo, que possuía sistema de rastreamento, foi encontrado facilmente pela polícia. O menor foi apreendido e conduzido à Delegacia do Adolescente; já o jovem de 18 anos foi encaminhado à Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos de Curitiba (DRFV) para ser autuado pelo roubo.

Na delegacia, o jovem informou que cometeu o assalto para comprar drogas.

Fontes: Redação Bonde / Rádio Banda B

Saiba como escolher o pneu correto para o seu caminhão

Modelos estão cada vez mais específicos para cada tipo de operação

Sabe-se que os pneus estão entre os principais gastos com a manutenção de caminhões, afinal, são eles os responsáveis por sustentar todo o peso da carga além de tracionar o veículo com segurança. Com elevados valores por unidade, fazer a escolha certa é fundamental para manter o rendimento e a lucratividade do veículo – só um modelo adequado ao tipo de operação garantirá o retorno financeiro.

O primeiro passo para uma escolha correta é utilizar o tamanho recomendado pelo fabricante do caminhão, informado no manual do proprietário. As montadoras e as empresas produtoras de pneus realizam testes constantes, sempre buscando o melhor equilíbrio do veículo, portanto é importante seguir as recomendações. Utilizar pneus ou rodas diferentes altera a harmonia do caminhão, que passa a gastar equipamentos e pneus de forma errada e desigual.

O tipo de aplicação é determinante na escolha do modelo de banda de rolagem mais adequado ao transporte de cargas. A banda é parte do pneu que fica em contato direto com o solo, com desenhos específicos para cada tipo de uso. De acordo com Rogério Urbini, engenheiro de pós-vendas da MAN Latin America, “certas características da operação do veículo são fundamentais, como a geografia do local e o tipo de pavimento”.

Dependendo do tipo de estrada, velocidade média e função do veículo, determinado modelo de banda é mais adequada. Entre os tipos estão o rodoviário, regional, urbano, misto e fora de estrada. Urbini dá um exemplo: “na aplicação de mineração, que é considerada severa, além da carga ser sempre elevada, a geografia e o pavimento fazem com que a escolha dos pneus seja tipo off-road. Já na aplicação dos coletores de resíduos (caminhões de lixo), que rodam parte carregados e parte vazios e tanto em vias regulares como irregulares, além de pavimentação com brita, próximo aos lixões, o pneu mais indicado é o de uso misto”.

Outro ponto importante a ser observado é a correta distribuição dos pneus com o objetivo de manter o equilíbrio do caminhão. José Carlos Quadrelli, gerente-geral de engenharia de vendas da Bridgestone, explica que existem modelos com aplicação geral em todas as posições (também chamado de All Position), mas também bandas com aplicações específicas para cada eixo (direcionais, tração e carreta). “Por exemplo, pode-se usar pneus All Position nos eixos de tração em ônibus rodoviários, mas para conjuntos cavalo e carreta, que rodam em percursos com grande variação de relevo, seguramente será necessário o uso de pneus de tração no cavalo, para melhor transferência de torque”, conta.

O alto preço dos pneus é justificado pela grande capacidade de recapagem. Os modelos de hoje permitem recapagens até que a carcaça seja totalmente inutilizada. Se o veículo estiver bem alinhado, com pneus adequados, a banda de rodagem gasta por igual, mantendo a qualidade da carcaça. Fábio García, gerente de marketing de pneus de caminhões ônibus e recapagem da Goodyear, diz que é preciso respeitar o indicador de desgaste da banda de rodagem, chamado TWI. “Se ele passar do limite – que é de 1,6mm – além de riscos de segurança, ele está suscetível a avarias na carcaça podendo inutilizar o pneu completamente”, afirma. Segundo ele, a avaliação da carcaça deve ser feita por um profissional especializado, capaz de determinar se é possível fazer uma nova recapagem.

Fonte: Cartola – Agência de Conteúdo / Terra

Veículos populares também são rastreados

Antes usados em carros importados, seguradoras já oferecem rastradores para carros mais básicos

As seguradoras estão incentivando a instalação de rastreadores até em carros populares como Fiat Uno e VW Gol para a prevenção contra furtos e roubos e também para auxiliar a recuperação.

E quem aceitar a proposta pode ter até desconto no valor a ser pago pelo seguro (varia de acordo com modelo e com a seguradora).

A diretora regional em Jundaí do Sincor (Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado de São Paulo), Simone Fávaro, conta que para as empresas é mais barato instalar um rastreador do que pagar indenizações, caso um veículo não seja recuperado, mesmo no caso dos automóveis básicos 1.0.

Prevenção/ Simone afirma que os altos índices de criminalidade em Jundiaí influenciam para que novas medidas sejam tomadas pelas seguradoras. Somente nos seis primeiros meses deste ano, a cidade registrou 668 casos de furto e 306 de roubos de veículos, segundo a Secretaria de Segurança Pública. “Com essa realidade, as seguradoras andam tendo muitos prejuízos”.

Ela aconselha os donos de automóveis a tomarem cuidados básicos, como parar o  veículo em estacionamentos fechados e mudar sempre de caminho. “Prevenir é sempre bom”, diz.

Fonte: Agência Bom Dia

Motoboys devem se adequar às regras do Contran até sábado (4)

Tem mudança no trânsito para os motoboys. Uma notícia que interessa a quem trabalha sobre duas rodas e a quem precisa dos serviços desses profissionais. As novas regras começam a valer em uma semana, mas só uma pequena parcela se preparou. Pelo menos em São Paulo, onde está a maior frota do país.

Os motoboys que trabalham com transporte de pessoas e de mercadorias têm só essa semana para se adequar às regras do Conselho Nacional de Trânsito. As aulas acontecem até no domingo. Mas, muitos reclamam que não encontram vaga.

Sala lotada em pleno domingo. E vão ser vários fins de semana longe do trânsito, para relembrar noções de pilotagem, segurança e cidadania.

“A gente esquece e acaba, na pressa, na urgência do serviço, esquecendo algumas coisas. Aqui tem que lembrar”, conta o motoboy Ronilson da Silva.

O esforço para melhorar na profissão também inclui aulas práticas.

“Quem sabe isso não fica melhor, para dar mais valor para a nossa profissão”, diz um motoboy.

A iniciativa desses profissionais passou a ser uma obrigação de toda a categoria. A partir do próximo sábado, só vai poder transportar pessoas e mercadorias o motociclista que passar por um curso profissionalizante.

O curso de 30 horas é uma exigência da lei federal que regulamenta a profissão de motofretista. A legislação prevê – e o professor lembra – que alguns equipamentos de proteção serão obrigatórios.

“A partir de quatro de agosto, colete é uso obrigatório para o motofrestista. Elemento refletivo envolto do baú completamente. Elemento refletivo nas laterais da motocicleta, e o dispositivo de proteção para as pernas”, explica o professor.

O motoboy que faz o curso tem que tirar a segunda via da carteira, que virá com a função de motofretista identificada. Além disso, a moto do profissional deverá ter placa vermelha.

A criação da lei é uma tentativa de baixar os números da violência no trânsito. Só na cidade de São Paulo, mais de 500 motociclistas morreram em acidentes no ano passado.

“Estamos aqui disponibilizando, fazendo a nossa parte, porque o mínimo que esperamos é o reconhecimento, tanto de beneficio salarial quanto também das pessoas que nos respeitem”, afirma o motoboy Thiago Nery.

O problema é que, a alguns dias do início da fiscalização, pouquíssimos motoboys passaram pelo curso. Dos 200 mil que circulam na capital paulista, só 4,5 mil estão certificados.

Os motoboys dizem que faltam vagas nos cursos para tanta gente, mas a instituição autorizada a capacitar os profissionais afirma que as aulas estão disponíveis há oito meses.

“Teve muito tempo para fazer, desde o ano passado que nós ofertamos vagas e só agora que aumentou a demanda”, afirma Francisca Biagione, diretora do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte.

O sindicato dos motoboys em São Paulo tenta negociar com as autoridades de trânsito para adiar o início da fiscalização.

“Dependendo do posicionamento do Detran, o sindicato não vai ter jeito. A gente vai tentar buscar um caminho talvez na Justiça para poder dar tempo da rapaziada se adequar”, explica Gilberto Almeida dos Santos, Presidente do Sindicato dos Motoboys de SP.

“De qualquer forma, se não tiver um documento suspendendo a eficácia da norma a partir de quatro de agosto, a Polícia Militar vai fiscalizar e vai aplicar a lei”, afirma Capitão Paulo Oliveira, chefe da divisão de policiamento de trânsito.

O Denatran – Departamento Nacional de Trânsito – garantiu que a data para início da fiscalização está mantida para o sábado (4). A multa para quem não se adequar à lei é de R$ 200 e a moto pode ser apreendida. A carteira de habilitação do motoboy também pode ser suspensa.

É importante reforçar: a lei é federal. Ou seja, todos os motoboys do país precisam se adaptar.

Por G1 – Bom Dia Brasil

Ministro considera avanço jornada dos caminhoneiros

O governo está atento às paralisações dos caminhoneiros que estão se disseminando pelas estradas do País, mas, segundo o ministro do Trabalho, Brizola Neto, não há espaço para retroceder à legislação que garante melhores condições de trabalho para a categoria e também mais segurança.

“A lei da jornada de trabalho dos caminhoneiros tem sofrido resistência, mas é inegável que a lei é um avanço”, disse o ministro, em evento promovido pelo Lide em São Paulo.

Fonte: Agência Estado

Nono dígito já é utilizado em 40% das ligações, diz Anatel

A implantação do 9º dígito nos números de celular da área de código 11 ocorreu sem sobressaltos, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Segundo a agência, 40% das chamadas para celular na área 11 no domingo já foram marcadas com o acréscimo do 9º dígito.

O saldo positivo da mudança foi apontado pelo presidente da Anatel, João Rezende, como um sinal de ‘amadurecimento das operadoras de telefonia móvel’ e também da infraestrutura tecnológica das redes de telecomunicações. ‘Hoje, há softwares que podem ser adaptados rapidamente’, disse Rezende durante entrevista a jornalistas em São Paulo.

As operadoras móveis investiram aproximadamente R$ 300 milhões na implantação do 9º dígito na área de código 11, que engloba 64 municípios, incluindo a capital.

De acordo com Adeilson Nascimento, gerente de interconexão da Anatel, não houve registros de ocorrências fora do esperado. A agência informou na sexta-feira que poderiam haver momentos de instabilidade dos serviços de telefonia móvel na madrugada de domingo, quando começou a valer o uso do 9º dígito.

Fonte: Valor OnLine