Volvo apresenta sua nova linha VM

 

A Volvo está apresentando os seus novos caminhões VM. Os modelos 8×2 e 8×4, se juntam aos modelos 4×2, 6×2 e 6×4, ampliando ainda mais sua oferta ao transportador brasileiro. “Os constantes investimentos em atualização da linha comprovam o grande sucesso que os caminhões VM conquistaram nos mercados brasileiro e latino-americano”, declara Francisco Mendonça, gerente de caminhões VM da Volvo no Brasil. O gerente destaca ainda que, para o segundo trimestre do próximo ano, a nova linha VM também terá a renomada caixa de câmbio eletrônica I-Shift, que já equipa mais de 90% dos caminhões da linha F.

Os caminhões tiveram grandes mudanças externas. Eles têm um visual completamente diferente da geração anterior. Agora, a cabine do VM tem sua aparência muito próxima à dos novos caminhões FH lançados recentemente na Europa e que já estão sendo vendidos em vários mercados europeus. “Os novos VM têm o que chamamos de “new family look” da linha Volvo, isto é, o visual de todos os modelos de caminhões da marca evolui e mantém-se parecido”, observa Bernardo Fedalto, diretor de caminhões da Volvo no Brasil.

“A parte frontal da cabine foi totalmente redesenhada, a começar pelos novos faróis. As luzes diurnas (day running light) de LED são em forma de “V”, separadas da luz baixa, proporcionando ainda melhor visibilidade”, explica Álvaro Menoncin, gerente de engenharia de vendas da Volvo no Brasil. As luzes de LED em “V” servem também como elemento de identificação visual dos caminhões da Volvo.

Todo o módulo do para-choque que envolve os faróis foi renovado com uma estrutura em termoplástico, uma grade e uma tampa para engates de reboque. Ao módulo do para-choque integra-se a nova grade, dando à cabine um aspecto ainda mais moderno e, ao mesmo tempo, de maior robustez. O caminhão também ganhou um novo painel frontal superior, que ficou maior e toma boa parte da porção superior da frente do veículo, dando ao conjunto uma impressão de continuidade. É dentro do novo painel superior que agora está afixada a logomarca da Volvo, num novo padrão de identidade do caminhão.

Internamente, a Volvo decidiu manter a atual ergonomia do caminhão, já amplamente aprovada pelos motoristas e que reconhecem no VM o melhor ambiente de trabalho entre os veículos de carga nesta categoria. “A padronagem dos tecidos que cobrem os bancos, do teto e dos painéis internos foi atualizada. Mas mantivemos tudo o que o transportador aprovou e considera importante para a operação de transporte”, Ricardo Tomasi, engenheiro de vendas do projeto do novo VM. O VM conquistou o transportador por seu baixo consumo de combustível e grande disponibilidade. “Além de econômico e sempre disponível para rodar, o caminhão ficou mais bonito”, diz Sérgio Gomes, diretor de estratégia de caminhões do Grupo Volvo na América Latina.

Fonte: Frota e Cia

Sem reajuste de gasolina, Petrobrás gasta R$ 900 mi por mês a mais

Alta do dólar eleva custo de importação do combustivel. A demora na autorização de um novo reajuste para a gasolina e o óleo diesel no País deve provocar um gasto adicional para a Petrobrás de R$ 900 milhões por mês na importação desses combustíveis, segundo cálculos do Itaú BBA.

Esse gasto adicional, calcula a corretora, elevará a relação dívida líquida/Ebitda (lucro antes de juros, imposto, depreciação e amortização) para 4,2 vezes até o fim de 2014 e a relação dívida líquida/capital total a 46%. O óleo diesel já foi reajustado duas vezes neste ano – 6,6% em janeiro e 5% em março. A gasolina teve aumento de 5,4% na refinaria em janeiro. A Petrobrás alega perdas com a defasagem entre os preços internos e a cotação internacional de derivados de petróleo, cotado em dólar – a moeda americana caiu 0,71% e fechou ontem a R$ 2,37.

O governo não tem mais espaço para neutralizar um novo aumento, já que zerou o imposto da gasolina (Cide) e elevou ao teto a mistura de etanol. Mas a presidente Dilma, apesar de decidida a autorizar o reajuste, quer esperar que o câmbio e a inflação estejam sob controle para definir o aumento.

A presidente avisou à estatal e aos auxiliares envolvidos com os cálculos do reajuste, segundo uma fonte graduada do governo, que aguardará a “acomodação” do câmbio numa “banda mais estável” de variação. E também quer projeções da área econômica sobre eventuais impactos de um choque de oferta global nas commodities agrícolas causado por nova quebra de safra nos Estados Unidos.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Manifestação bloqueia Anchieta e entradas de Santos (SP)

 

Manifestantes bloqueiam desde as 5h desta sexta-feira (30) todas as entradas da cidade de Santos (litoral de São Paulo), além de trechos de estradas da Baixada Santista. Por causa do protesto, motoristas estão impedidos de deixar a cidade. De acordo com a concessionária Ecovias, que administra o sistema Anchieta-Imigrantes, um grupo de cerca de 50 pessoas bloqueia a pista marginal do km 60 da via Anchieta, sentido litoral. Segundo a companhia, os manifestantes seriam moradores do Conjunto Habitacional Imigrantes que reinvidicam saúde e segurança.

O tráfego está lento desde o km 59, na altura do Casqueiro, e foi desviado para a pista central. Mais cedo, os manifestantes chegaram a interditar totalmente o trecho da Baixada Santista, mas a interligação com a baixada foi liberada por volta das 5h30, cerca de meia-hora depois do início do ato.

Confira os locais onde haverá manifestação nesta sexta-feira

Fonte: Uol

Fiat Punto Blackmotion passa por teste de consumo e desempenho

 A principal novidade do estreante está escondida na lista de itens opcionais e custa R$ 2.333. É a transmissão automatizada Dualogic com sistema DNA. Uma tecla posicionada à esquerda da alavanca do câmbio permite ao motorista configurar o motor de 132 cv em três modos: Dinâmico, Normal e Autonomia.
 

A principal novidade do estreante está escondida na lista de itens opcionais e custa R$ 2.333. É a transmissão automatizada Dualogic com sistema DNA. Uma tecla posicionada à esquerda da alavanca do câmbio permite ao motorista configurar o motor de 132 cv em três modos: Dinâmico, Normal e Autonomia.

 Diferentemente dos sistemas que reprogramam a sensibilidade do volante, a suspensão e o conjunto motriz – presentes em alguns modelos da BMW e da Audi, por exemplo-, o mecanismo que equipa o Punto Blackmotion é bem mais simples. “Ele atua apenas nas calibrações do motor e na do câmbio”, explica Ricardo Dilser, assessor técnico da Fiat. Na prática, com o seletor no modo “A”, que privilegia a economia, nota-se que o pedal do acelerador fica literalmente anestesiado até cerca da metade do curso. Neste caso, as arrancadas lembram as de um carro 1.0. Já no modo “D”, o Punto Blackmotion fica mais nervoso, justificando penduricalhos esportivos como os para-choques parrudos, o aerofólio traseiro e as rodas aro 16 com pneus de perfil baixo.

NA PISTA

A reportagem levou o modelo para o teste Folha-Mauá e comparou o desempenho do compacto premium da Fiat nos três modos de condução.

 

Uma das maiores disparidades foi na prova de aceleração de zero a 80 km/h, quando a configuração que privilegia a agilidade foi quase um segundo e meio mais rápida (7,8s) que as demais. O consumo médio, porém, melhorou somente 5% quando a tecla esteve no modo Autonomia: 6,8 km/l de etanol na cidade e 11,3 km/l na estrada. Para quem roda 15 mil quilômetros por ano, isso representaria uma economia de cerca de R$ 150 no período. Apesar de o nome remeter à cor preta, o Punto Blackmotion também está disponível em outros tons, como branco e prata. O preço começa em R$ 49,9 mil (câmbio manual).

Fonte: Uol

Em SP, relação etanol e gasolina segue em 64%

De acordo com Fipe, o valor quase não se alterou desde a ultima medição. A relação entre os preços médios do etanol e da gasolina em São Paulo na terceira semana de agosto quase não se alterou em relação à segunda, ao passar de 64,20% para 64,19%, permanecendo não só no menor patamar do ano, como também no mais baixo desde a segunda semana de junho de 2011 (62,96%), informou a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), no último dia 27.

“O que não deixa de ser uma boa notícia. A relação parece estar se estabilizando num patamar baixo”, disse o coordenador do IPC-Fipe, Rafael Costa Lima. Na terceira semana de agosto de 2012, a relação estava em 66,95%.

Para especialistas, o uso do etanol deixa de ser vantajoso sobre a gasolina quando o preço do derivado da cana-de-açúcar representa mais de 70% do valor da gasolina. A vantagem é calculada considerando que o poder calorífico do motor a etanol é de 70% do poder dos motores a gasolina. Entre 70% e 70,50%, é considerada indiferente a utilização de gasolina ou etanol no tanque.

No IPC da terceira quadrissemana de agosto, o etanol ampliou o declínio de -0,17% para -0,54%, enquanto a gasolina perdeu força de baixa (-0,18% para -0,11%). “Vamos aguardar para ver se haverá alta nos preços da gasolina, o que poderia favorecer ainda mais o uso do etanol”, disse.


Fonte: Agencia Estado

Obra em rede de gás interdita vias da zona sul de SP até outubro



A avenida Nossa Senhora do Sabará, na zona sul de São Paulo, foi interditada para construção na rede de gás da Comgás.

O trecho entre a estrada do Alvarenga e a rua Santa Úrsula deve ficar bloqueado até o dia 6 de setembro.

Em seguida, a obra fechará a estrada do Alvarenga, entre a avenida Nossa Senhora do Sabará e a rua do Mar Paulista, até o dia 15 de outubro.

Fonte: Folha de S. Paulo

Toyota anuncia produção de carro movido a hidrogênio

 

O presidente da Toyota, Takeshi Uchiyamada, confirmou a produção de um novo sedã movido a hidrogênio. O carro entrará em linha no fim de 2014. O anúncio foi feito feito no evento Hybrid World Tour, promovido pela montadora japonesa em Detroit, no estado de Michigan.

De acordo com a marca, será o primeiro modelo com essa tecnologia produzido em larga escala. O desenho terá por base o conceito FCV-R, que foi apresentado em 2011. A tecnologia utiliza um sistema que gera eletricidade por meio de reações eletroquímicas entre o hidrogênio –que é armazenado em um tanque especial no carro– e o oxigênio do ar. A energia resultante põe o veículo em movimento, e o escapamento emite apenas vapor d’água.

John Hanson, diretor de tecnologias avançadas da Toyota nos EUA, afirmou que a marca conseguiu reduzir em cerca de 70% os custos de produção de um veículo dotado de célula de combustível. “Isso tornou possível a produção em série. Fomos os primeiros com o híbrido [o Toyota Prius foi lançado em 1997] e seremos os primeiros com o hidrogênio.”

O modelo será produzido no Japão e lançado primeiramente na Califórnia. Ainda não há previsão de venda no Brasil.

Fonte: Canal do Transporte