SORTEIO GPS – PESQUISA SIMRAV

Prezados (as) Senhores (as),

Participantes da pesquisa sobre o SISTEMA SIMRAV, e consequentemente do sorteio de um aparelho GPS.

De acordo com o sorteio n. 04607 da Loteria Federal do dia 19/11/2011: 

1º prêmio: 26.31
2º prêmio: 00.138
3º prêmio: 20.948
4º prêmio: 09.304 
5º prêmio: 00.295

Número ganhador do GPS: 68845

Verificando os números gerados pelo sistema, constatamos que não houve ganhador.
Portanto, o sorteio foi feito manualmente, na Sede da GRISTEC, no dia 24 de Novembro de 2011, às 15 horas, participando apenas os números gerados pelo sistema.

VENCEDORA DO SORTEIO

A vencedora do sorteio foi Luzia Ferreira Simplicio. Parabéns! A ganhadora tem até o dia 05/12/11 para retirar o seu prêmio aqui na Gristec.

Veja como foi o sorteio.

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Reali reitera restrição a caminhões

O presidente do Consórcio Intermunicipal do Grande ABC e prefeito de Diadema, Mário Reali (PT), reiterou ontem que irá manter a proibição da circulação de caminhões nos horários de pico em 40 quilômetros de vias da região. A medida foi contestada nos últimos dias por representantes dos empresários, que temem prejuízos no setor.

Apesar de reforçar que a decisão está mantida, o petista disse estar disposto a negociar com as empresas e definir ajustes. “Podemos discutir algumas adequações, mas temos que adotar, não tem jeito.” Questionado sobre quais mudanças ao projeto poderiam ser acatadas, Reali afirmou que as adaptações serão definidas “em mesa de negociação”.

Na avaliação do presidente do Consórcio, as restrições não causarão tanto impacto ao setor de logística, já que a circulação dos caminhões seria proibida apenas em dois períodos: das 6h30 às 9h e das 16h às 20h. “É diferente do que foi adotado na Capital, que proibiu a circulação durante todos os dias em algumas vias”, salienta.

Ao todo, 20 avenidas do Grande ABC serão afetadas. Mesmo nos horários de pico, ficará permitido o tráfego dos chamados VUCs (Veículos Urbanos de Carga). Se encaixam nesta categoria os caminhões com até 2,20 m de largura, 6,30 m de comprimento e peso de até quatro toneladas. A proibição valerá a partir de dezembro e as multas começarão a ser aplicadas em março.

NOVA OPERAÇÃO

Reali avaliou que os dois primeiros dias da Operação Horário de Pico foram positivos. Na avaliação do prefeito, os congestionamentos registrados na segunda-feira foram motivados por “fatores atípicos”. A afirmação foi referente a problemas na rede de trólebus.

A operação tem o objetivo de interligar o monitoramento nas vias da região.

 

Fonte: Diário do Grande ABC

Portuários só serão escalados após 11 horas de descanso

As mudanças seriam implantadas “nos próximos dias”, mas, por determinação do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Santos, após manifestação do bloco dos trabalhadores, foram adiadas para 1º de janeiro 
 
O Órgão Gestor de Mão de Obra (Ogmo) de Santos tornará mais rígida a escalação de trabalhadores avulsos (TPAs) no Porto de Santos a partir de 1º de janeiro. Entre as novidades, está a obrigatoriedade de descanso de 11 horas entre as jornadas de trabalho, por determinação do Ministério Público do Trabalho (MPT).

As mudanças seriam implantadas “nos próximos dias”, mas, por determinação do Conselho de Autoridade Portuária (CAP) de Santos, após manifestação do bloco dos trabalhadores, foram adiadas para 1º de janeiro. O órgão apresentou as mudanças na última reunião do colegiado portuário, na segunda-feira passada.

Por lei, só é permitido trabalhar com um intervalo menor que 11 horas quando falta mão de obra no cais ou se é previsto em acordo coletivo. “Como os acordos e convenções venceram, surgiu esse pleito do Sopesp (Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo) ao Ogmo”, explicou o presidente do CAP, Sérgio Aquino.

A superintendente do Ogmo, Sandra Gobetti, reconheceu que há dificuldades no processo de seleção dos TPAs no Porto de Santos, questões que poderão ser resolvidas com as mudanças a serem implantadas. “Nós temos alguns problemas de escala e algumas coisas consideradas culturais que já são conhecidas de todo mundo”, disse, após a reunião.

 

Fonte: A Tribuna – SP

Investimentos em ferrovias chegarão a R$ 11,6 bi no ano que vem

Mercado ferroviário brasileiro trabalha com uma demanda estimada de 40 mil vagões, 45 mil carros de passageiros e 2.100 locomotivas durante os próximos dez anos

O transporte de cargas e passageiros no Brasil mantém a característica rodoviarista, opção governamental feita em meados do século XX – dados do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do Rio Grande do Sul (Setcergs) apontam que os caminhões atendem a 66% do volume de cargas nacional. Porém, a ferrovia vem despontando como primeira alternativa quando se pensa em diversificação.

Só no próximo ano, os investimentos previstos somam R$ 11,6 bilhões, que serão aplicados na construção de 3.121,5 quilômetros de ferrovias – entre elas as Norte-Sul, Oeste-Leste, EF Carajás, Transnordestina, Ferronorte e os Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) de Sobral, no Ceará, e Macaé, no Rio. A estimativa corresponde a um levantamento das obras em andamento, feito pela Revista Ferroviária.

Dados da Associação Brasileira da Indústria Ferroviária (Abifer) mostram que nos últimos oito anos o investimento em ampliação e modernização das unidades existentes, além da construção de novas instalações fabris e em tecnologia, somou R$ 1,1 bilhão. Essa parcela do mercado prevê a aplicação de mais R$ 250 milhões até o final de 2013. Os números dão a dimensão da expansão desse setor que, segundo Norberto Fabris, diretor-executivo de implementos e veículos das empresas Randon, cresce a taxas de 25% ao ano.

Desde 2006, ao menos 127 empresas começaram a operar no mercado ferroviário brasileiro, entre elas indústrias metalúrgicas, de auto-peças, multinacionais e grupos recém-criados. Todas atraídas por um mercado que, segundo a Abifer, irá demandar a construção de 40 mil vagões, 45 mil carros de passageiros e 2.100 locomotivas em dez anos.

Regina Perez, diretora da feira Negócios nos Trilhos (uma das mais importantes mostras do setor, que aconteceu entre 8 e 10 de novembro em São Paulo), exemplifica o crescimento do transporte ferroviário brasileiro com os números da malha MRS, que apesar da pequena extensão tem a maior densidade de tráfego do País (a operação liga Minas Gerais ao Rio de Janeiro e a São Paulo, chegando até o porto de Santos).

“Antes da privatização, essa linha carregava 40 milhões de toneladas ao ano. Era considerada o filé mignon do Brasil. Hoje, 15 anos depois, o volume de cargas chega a 153 milhões de toneladas”, disse ela ao ponderar que o Brasil ainda não atingiu o nível de eficiência europeu, que permitiu a determinação de que todas as cargas perigosas sejam transportadas exclusivamente sobre trilhos.

Ainda assim, a diversificação de cargas é um dos pontos de atuação das empresas que operam o transporte ferroviário, independente da região do País. Para Regina, elas buscam fugir do estigma de que os trens transportam apenas minérios. A ALL informa que suas operações no Brasil cresceram 10,4% em 2011, sendo que entre as commodities agrícolas (em especial a soja) o aumento foi de 12%. O transporte de produtos industrializados teve um incremento de 6%.

“A participação da ferrovia na movimentação dos portos também cresceu, de 61% para 71%”, assegurou a concessionária da região Sul através de sua assessoria de imprensa. Esse ganho de participação já é perceptível, segundo Regina, na redução da frequência com que se formam filas de caminhões esperando para descarregar no porto de Paranaguá. Ela destaca que, atualmente, a FCA (Ferrovia Centro-Atlântica) destina 28% de sua capacidade para o transporte de açúcar, enquanto a ALL instala um complexo intermodal em Rondonópolis (MT), para levar a soja até os portos do Sul e do Sudeste e movimentar cargas de combustíveis, fertilizantes, produtos frigorificados, algodão e madeira.

Expectativa de fábricas é de alta na demanda por vagões em 2012 – O salto dado na demanda prevista por vagões novos no Brasil, que vai dos habituais 4 mil para 5 mil vagões no ano que vem, segundo a previsão da Randon, é outro reflexo do crescimento que o transporte ferroviário experimenta no País. Um crescimento de 25% que impõe um esforço extra à empresa de Caxias do Sul, que não quer perder sua participação de mercado, que atualmente chega a 30%.

Segundo o diretor-executivo Norberto Fabris, a Randon Vagões vai fechar 2011 com 1,1 mil unidades entregues e já tem encomendas que serão produzidas no próximo ano – sobretudo de vagões para a Vale e para a MRS. Mesmo com o crescimento previsto, a linha de montagem terá capacidade “ociosa”, já que a estrutura está preparada para fazer até 2,4 mil vagões ao ano, entre vagões graneleiros hopper, gôndola, tanques e plataformas.

“Na Randon, os vagões são produzidos desde 2004, quando fizemos um investimento pesado, que deu flexibilidade para a nossa linha de montagem de semirreboques para fazer os dois tipos de produtos. Dessa forma, a linha nunca está parada. Quando não produzimos vagões, fazemos semirreboques”, informa Fabris.

Outra das grandes fabricantes de vagões, a Amsted Maxion, preferiu não fornecer detalhes sobre as previsões para 2012, mas a assessoria de imprensa afirmou que está programada a entrega de 214 vagões ferroviários de carga e a reforma de 300 caixas.

“Adicionalmente a essas encomendas, seguem existindo opções de compra para 1.982 vagões, com entregas programadas também para 2012”, informa o comunicado. A empresa estima que 2011 será fechado num patamar 67% superior ao do ano anterior.Até dezembro a produção chegará a 3.585 vagões fabricados e a 1,2 mil caixas reformadas. Desse volume, 2,18 mil vagões GDU, de grande capacidade de carga, foram entregues à Vale.

No Rio Grande do Sul, a ALL transformou a estrutura da Santa Fé Vagões em área de manutenção preventiva para os vagões da companhia. A unidade, localizada em Santa Maria, executa a manutenção de 60 vagões por mês. A mudança no perfil da unidade foi possível porque em maio desse ano a empresa de logística assumiu a totalidade das ações da companhia, com a saída da indiana Millinium, que detinha parte da sociedade.

A mudança impôs a transferência da área administrativa para Curitiba (PR), onde funcionam os escritórios da ALL. Atualmente, a Santa Fé tem 70 funcionários e funciona como um posto de manutenção de grande porte, comparável ao que é feito em Mafra (SC) e em Sorocaba (SP).

Governo quer publicar a atualização do PNLT até dezembro – O Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), que traça as diretrizes para as políticas públicas de longo prazo, só receberá a atualização correspondente a 2010 em dezembro próximo. A versão anterior, de 2009, que estabelecia metas até 2023, será ampliada para o horizonte de 20 anos, ou seja, definirá os investimentos em transportes que serão feitos até 2031.

A divulgação da nova versão estava prevista para a segunda quinzena de novembro, mas o Ministério dos Transportes diz que a compilação dos dados da pesquisa de tráfego (feita em parceria com o Ministério da Defesa) atrasará a publicação em algumas semanas. A coordenadora da feira Negócios nos Trilhos, Regina Perez, porém, acredita que esse atraso pode ser reflexo da mudança estrutural provocada no ministério pelas denúncias de corrupção surgidas nesse ano.

“O Ministério dos Transportes passou por crise muito grande e os estudos técnicos sofreram esse efeito, caiu o primeiro escalão e os efeitos esbarraram no segundo. Isso afeta o planejamento, mas o fato concreto é que o governo tem investido em novas ferrovias, como a Integração Oeste-Leste (Fiol), a Centro-Oeste (Fico) e a Norte-Sul (que vai de Goiás ao Tocantins). O governo investe mesmo na construção”, reconhece ela.

O secretário de Política Nacional dos Transportes, Marcelo Perrupato, afirma que numericamente o investimento estimado para os transportes no Brasil até 2031 beira os R$ 250 bilhões, dos quais 66% devem ser destinados ao setor ferroviário e 26% ao rodoviário. O restante é destinado às hidrovias, que completam a visão multimodal do ministério.

O confronto das obras previstas nas versões anteriores do PNLT para o período de execução das obras do PAC 1 e PAC 2 mostrou ao ministério que só um terço do montante previsto foi contemplado pelo Programa de Aceleração do Crescimento. “Isso significa que há uma série de investimentos que são conduzidos pelo setor privado e, também, pelos governos dos estados e municípios, de acordo com uma diretriz que trata o País como territórios logísticos, independentes das fronteiras das unidades da Federação”, disse ele.

Perrupato antecipou que, como nas versões anteriores, o PNLT prevê investimentos mais altos, em proporção ao Produto Interno Bruto (PIB) nas regiões Amazônica e Nordeste – o que coloca o Estado como agente indutor do processo de investimentos. “Como a ferrovia Transnordestina, que já tem impactado positivamente a economia local”, exemplifica.

Regina ressalta que o investimento em ferrovia é uma questão de infraestrutura e que, como em qualquer outro lugar do mundo, no Brasil não é viável fazê-lo sem a participação do governo. “A iniciativa privada mantém, opera, mas não dá para dizer que é possível fazer investimento em infraestrutura contando apenas com a iniciativa privada. Cabe ao Estado o papel de investir”, afirma ela, ao ressaltar o caráter desenvolvimentista da malha ferroviária.

A diretora da feira Negócios nos Trilhos afirma ainda que o modelo do Trem de Alta Velocidade (TAV) entre o Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas precisou ser reestruturado porque se percebeu que não é possível abrir mão da participação do Estado e que, apesar de o custo ser alto, os benefícios sociais também serão grandes.

“Hoje vivemos amontoados nas regiões metropolitanas e é absurdo que não exista uma ligação alternativa entre as duas principais cidades do País além da ponte aérea que é insuficiente e da rodovia que tem as mesmas dimensões das estradas secundárias do estado de São Paulo. O trem de passageiros dá qualidade de vida à população”, afirma Regina.

 

Fonte: Jornal do Comércio – RS

Polícia recupera carga de medicamentos roubada no RS

Agentes da Delegacia de Repressão ao Roubo e ao Furto de Cargas (DRFC), da Polícia Civil de Santa Catarina, apreenderam na tarde desta quarta-feira uma carga de medicamentos que havia sido roubada em São Leopoldo. O carro onde estavam os medicamentos foi encontrado vazio em Capela de Santana.

De acordo com a polícia, a carga, avaliada em 16 mil reais, foi localizada em uma Kombi, roubada em setembro, que estava estacionada em um posto de gasolina em São Leopoldo. Os agentes encontraram ainda um caminhão roubado em maio deste ano na rodovia RS 240. Os responsáveis pelo furto estão sendo investigados.

 

Fonte: Agência Estado

Aumento de IPI para veículos deve gerar investimentos no Brasil, afirma Mantega

SÃO PAULO – O aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para veículos importados deve gerar investimentos no Brasil, afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta quarta-feira (23).

Segundo a Agência Câmara, o ministro afirmou que algumas montadoras decidiram se instalar no País para escapar do reajuste anunciado pelo governo.

Durante sua participação na audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, idealizada pelo deputado Mendonça Filho (DEM-PE), o ministro também comentou que os planos de investimentos das montadoras no Brasil são de US$ 21 bilhões até 2015. “Isso só ocorreu devido à ação do governo. Se não tomássemos essa medida, não haveria isso. Os investimentos iam para onde eles estão manipulando câmbio e taxas. Estamos preservando o emprego no País”, completa.

De acordo com a Agência Brasil, Mantega disse que está havendo um “vale-tudo” no mercado automotivo internacional e era preciso fortalecer a indústria internamente. “Existem subsídios disfarçados que o Brasil, que a OMC (Organização Mundial do Comércio) não conseguem identificar. É um vale-tudo. Se o Brasil quiser exportar carros para o Japão, para a Coréia, há uma dificuldade muito grande. Não poderíamos deixar nosso setor automobilístico se deteriorar. Foi por causa disso que decidimos tomar uma medida forte. Foi plenamente bem-sucedida.”, completa.

Mercado

Para o ministro, o setor de automóveis é importante para o País, que é considerado o 6º produtor mundial de carros. O setor, segundo ele, representa 23% do PIB (Produto Interno Bruto). Além disso, afirmou, são gerados R$ 2,5 bilhões a cada R$ 1 bilhão investido.

Segundo Mantega, devido à crise na Europa e nos Estados Unidos, a diminuição da exportação de produtos manufaturados tem provocado um déficit nas transações comerciais brasileiras. “O Brasil exporta US$ 90 bilhões e está importando US$ 177 bilhões. Antes havia um equilíbrio, mas as importações começaram a crescer e hoje temos um déficit de manufaturados que chega a US$ 86 bilhões, principalmente no setor automotivo”, afirma.

Crise mundial

Para o ministro, o cenário mundial será de crise nos próximos anos. Segundo ele, a atual situação econômica na Europa e nos Estados Unidos pode resultar em uma nova crise financeira, como a de 2008, e em recessão.

No Brasil, Mantega explicou que tal situação tem gerado um aumento das importações, por causa da guerra cambial, com a desvalorização excessiva de outras moedas.

Em relação à situação fiscal do governo, Mantega afirmou que a economia de receitas para pagamento da dívida pública já tem 94% de sua meta anual cumprida até outubro. Já sobre a atividade econômica no País, o ministro comentou que espera recuperação a partir de novembro, após uma queda no terceiro trimestre.

 

Fonte: InfoMoney

Pedágio deve ficar 5,5% mais caro a partir de dezembro

Conforme explicações da Associação Brasileira de Concessionária de Rodovias (ABCR), o cálculo de reajuste do pedágio no estado obedece a uma fórmula que leva em conta o Índice Nacional do Custo da Construção.

As seis concessionárias que administração o Anel de Integração devem receber hoje, da Secretaria de Infraestrutura e Logística, autorização para reajustar as tarifas, a partir da quinta-feira da semana que vem. De acordo com fontes ligadas ao Departamento de Estradas de Rodagem (DER), o pedido de aumento foi entregue pelas empresas, ao governo estadual, na sexta-feira da semana passada. O aumento deve ficar em torno de 5,5%.

Conforme explicações da Associação Brasileira de Concessionária de Rodovias (ABCR), o cálculo de reajuste do pedágio no estado obedece a uma fórmula que leva em conta o Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), o Índice Geral de Preços de Mercado (IGPM), entre outros indicadores da construção rodoviária como valorização da mão de obra e terraplenagem.

 

Fonte: JM News