Transpo Amazônia 2012

Feira coloca a região norte no calendário de eventos internacionais de transporte e logística

O mercado de transportes opera em constante evolução, com toda a mobilidade que é muito pertinente ao setor. A EURO 5 exige novas tecnologias com foco na preservação do meio ambiente, assim como os veículos contam cada vez mais com tecnologias embarcadas, para melhor aproveitamento do potencial do veículo, assim como mais conforto e cuidado com o motorista.

Além disso, a realização de eventos esportivos em território brasileiro, como a Copa do Mundo, exige que investimentos em infraestrutura ocorram em escalas maiores e de forma mais rápida. É neste momento que cidades como Manaus, uma das cidades sede de jogos do campeonato mundial de futebol, utilizam deste momento para realizarem eventos na área de transporte e logística.

Em sua primeira edição, a Feira e Congresso de Transportes Transpo Amazônia busca sanar a necessidade de fortalecer, modernizar e ampliar a prestação de serviços de transporte, a partir da reunião de clientes usuários, transportadores e fornecedores de insumos. O evento ocorre nos dias 26, 27 e 28 de junho e terá todas as atenções da comunidade transportadora do Brasil e de diversas nações, com a presença de líderes das organizações de transporte de cargas e de passageiros de 19 países do Continente Americano, que estarão reunidos na Assembleia Geral da Câmara Interamericana de Transportes.

A OnixSat apresenta-se como um dos expositores desta feira e congresso, reforçando seu posicionamento de vanguarda no oferecimento de tecnologias de comunicação via satélite e rastreamento de veículos, que operam em qualquer região nacional e internacional. Segundo Wagner Eloy, Diretor de Marketing e Vendas da Empresa: “Vários clientes da região da Amazônia já são usuários de nossas tecnologias. Temos clientes como a Transpetro, a HRT Oil&Gas e a WP Navegação, que atestam nossas tecnologias de comunicação satelital e rastreamento, permitindo-lhes operar nas regiões que apresentam as mais adversas condições de comunicação”.

Para este evento, a OnixSat apresenta suas tecnologias em rastreamento a partir dos rastreadores OnixSmartIDP Híbrido e OnixNáutico IDP, que permitem o uso da nova tecnologia IsatData PRO para a operação com mensagens de texto livre via satélite com baixo custo. Além disso, também estarão em exposição os rastreadores OnixSmart GPRS, OnixSolar e o equipamento portátil OnixSpy 2. Na área de comunicação para regiões remotas os dispositivos IsatPhone PRO e BGAN serão os destaques. O primeiro é um equipamento de telefonia móvel, único com sistema GPS, além de poder ser utilizado como modem. O segundo refere-se a um terminal de telefonia e internet banda larga que permite a montagem de um escritório em qualquer região do planeta.

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TCU aponta irregularidades em mais de 190 obras

O Tribunal de Contas da União (TCU), acaba de divulgar levantamento dizendo que há algum tipo de irregularidade em 545 obras em andamento no País, em 191 delas os problemas são considerados graves. Desse total, 26 foram indicadas para paralisação e seis delas bloqueadas. O principal problema encontrado foi de superfaturamento ou sobrepreço (55% do total), seguido da elaboração inadequada de projeto básico (54%). O secretário de fiscalização de obras do TCU, José Ulisses Rodrigues Vasconcelos, disse que no primeiro caso – superfaturamento ou sobrepreço -, a revitalização da BR-364 está entre os casos de maior destaque. Ele declarou ainda que não é possível analisar todos as obras em andamento no Brasil. “Nenhum órgão de controle é capaz de resolver sozinho esses problemas”, justificou.

Fonte: R7

Incentivo a carro no Brasil anda na contramão

Recentemente, os técnicos da equipe econômica chegaram a uma fórmula para lançar um programa de incentivos fiscais atrelado ao consumo de combustível dos veículos, como se faz, há algum tempo, nos Estados Unidos e Europa. Mas representantes da indústria discordaram da metodologia utilizada. E o programa foi engavetado.

Segundo fontes envolvidas nas discussões, a ideia era reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para as empresas que, em cinco anos, comprovassem uma redução de 20% no consumo de combustível dos seus automóveis. O cálculo se baseou em resultados do Programa Brasileiro de Etiquetagem, criado em 2008 pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A etiquetagem revela quilômetros percorridos por litro de combustível (álcool e gasolina), como nos rótulos que medem consumo de energia em geladeiras. Como na indústria automobilística a adesão à etiquetagem ainda é voluntária, os representantes das montadoras contestaram o cálculo sob o argumento de que os dados envolviam apenas veículos produzidos pelos que aderiram espontaneamente ao programa.

O elenco de medidas anunciado pelo governo esta semana ajudará a elevar o consumo de carros, mas segue na contramão do que governos de outros mercados tão expressivos quanto o do Brasil têm feito para envolver os automóveis em planos de mobilidade sustentável. A grande maioria dos programas lançados no mundo nos quatro últimos anos atrela a redução de impostos a eficiência energética e controle de emissões.

Carros híbridos e elétricos são, de longe, os que recebem a maior parte dos benefícios. Mas diversos países também oferecem vantagens aos motores a combustão desde que atendam aos limites de emissão de CO2.

Os pacotes de incentivos fiscais mais atraentes estão nos Estados Unidos, onde, além de bônus de U$ 5 mil a US$ 7,5 mil na compra de carros elétricos, bancados pelo governo federal, o consumidor consegue vantagens adicionais nos Estados. Os fabricantes já criaram sites que indicam quanto se pode economizar, dependendo de onde se vive. As administrações mais engajadas, como a da Califórnia, oferecem até desconto na conta de energia ou estacionamento gratuito.

Na França, o motorista pode tanto ser beneficiado com taxas menores se tiver carro econômico como também paga mais impostos se o automóvel poluir muito. A União Europeia fixou a meta de reduzir a emissão de CO2 nos veículos em 20% até 2015.

Por isso, o continente tem vários exemplos de incentivos. O governo da Espanha criou um fundo para oferecer um bônus sobre a venda do carro elétrico. Em Portugal, veículos econômicos podem ser isentos de licenciamento. Na Bélgica, os impostos caem também para as empresas que investirem na estações de recarga das baterias.

Em Israel, a taxa de impostos para carros elétricos tem sido reduzida. Mas, o plano é voltar a subir daqui a dois anos. A ideia é estimular a antecipação da troca de carro para elevar a escala e, assim, ajudar o fabricante a reduzir os custos do investimento.

Na China, o maior mercado de veículos do mundo, os programas, por enquanto, não envolvem o consumidor. Estão mais voltados a estimular a indústria no desenvolvimento de novas opções de veículos. Mas pelo menos cinco cidades já participam de projetos pilotos.

No Brasil, a alíquota de IPI dos carros com motor flex (que podem ser abastecidos com gasolina ou álcool) é dois pontos percentuais mais baixa do que nos que aceitam somente gasolina. No programa apresentado nesta semana o governo diminuiu o IPI tanto para os carros flex como os movidos a gasolina, proporcionalmente.

O carro elétrico está ainda longe de ser o veículo padrão em qualquer parte do mundo. Mas seu uso tem sido claramente estimulado, principalmente como opção de deslocamento rápido em grandes centros urbanos.

No Brasil, no entanto, o elétrico é o que recolhe a maior carga de impostos por estar na categoria “outros” na subdivisão do IPI e por ser importado. Como não é produzido no país, o elétrico não se enquadra, portanto, no plano do governo para estimular atividade industrial e emprego e afastar o país da crise mundial.

Preocupado com a queda na atividade nas fábricas, o governo também reduziu juros para financiamento dos caminhões. Uma vez mais, a sustentabilidade não entrou na pauta. Os estoques de caminhões subiram neste ano quando entrou em vigor a lei de redução de poluentes dos veículos movidos a diesel. O custo da nova tecnologia elevou os preços dos veículos que poluem menos. Prevendo isso, as transportadoras anteciparam as compras no ano passado, reforçando suas frotas com os modelos que atendiam à lei anterior e que, portanto, poluem mais.

Os representantes da indústria automobilística gostam de dizer que há tempos o Brasil encontrou sua energia alternativa com o etanol. É verdade. Mas a vontade do brasileiro de utilizar essa fonte ainda está atrelada à oscilação de preços e safra. As últimas pesquisas indicam que abastecer o carro com etanol atualmente compensa apenas para motoristas do Estado de São Paulo.

Fonte: Valor Econômico

Obra na ligação das rodovias SP-327, SP-270 e BR-153 altera o tráfego

A Concessionária Auto Raposo Tavares – CART- vai iniciar, nesta quinta-feira (24), obras de melhoria na passagem inferior do viaduto que liga as rodovias SP-327 Orlando Quagliato, SP-270 Raposo Tavares e BR-153 Transbrasiliana, no município de Ourinhos. Para executar os serviços de engenharia será necessário alterar o regime de tráfego no local. A previsão é concluir os trabalhos no próximo domingo, dia 27.

Durante a obra, o tráfego oriundo do Estado do Paraná e região Sul, através da BR-153, com destino a Marília e região Norte do Estado de São Paulo pela BR-153 deverá seguir adiante por mais três quilômetros, até o km 29 da SP-327. No local, retorna para a pista no sentido Oeste e, daí, para a BR-153, sentido Marília.

Os motoristas que transitam de Presidente Prudente, Assis e região através da SP-270, com destino a Marília via BR-153, também deverão fazer o mesmo trajeto. Ao chegar na intersecção, deverão seguir adiante por mais três quilômetros, até o km 29 da SP-327. No local, retornam para a pista no sentido Oeste e, daí, para a BR-153 sentido Marília.

A obra também altera o regime de tráfego para os motoristas oriundos da Capital através da SP-270, sentido Oeste, com destino às regiões de Assis e Presidente Prudente. Eles deverão seguir adiante por mais três quilômetros, até o km 29 da SP-327, onde retornarão para a pista no sentido Oeste e, daí, para a SP-270 no sentido Oeste.

O tráfego oriundo da Capital, através da SP-270, sentido Oeste, com destino a Marília via BR-153, deverá seguir adiante por mais três quilômetros, até o km 29 da SP-327. No local, retorna para a pista no sentido Oeste e, daí, para a BR-153, sentido Marília.

Não haverá alterações para o tráfego oriundo da Capital e da região Leste do Estado de São Paulo via SP-327 ou SP-270 com destino a Marília e região Norte do Estado via BR-153 Norte. Também não muda nada no tráfego para os motoristas oriundos da BR-153 Norte (Marília e região) com destino a São Paulo Capital e região Leste do Estado de São Paulo.

Da mesma forma, não ocorrerá alteração para o tráfego oriundo da BR-153 Norte (Marília e região) com destino à região Oeste, Presidente Prudente e Mato Grosso do Sul. A Polícia Militar Rodoviária e operadores da CART orientarão o tráfego no local e o trecho terá reforço de sinalização.

Fonte: NTC&Logística

CET incentiva uso de VUC’s na Capital de SP

Veículo não é impactante para o trânsito urbano

Com a liberação da circulação de VUC’s pelas regiões do centro expandido na Capital de São Paulo, oficializada na última quinta-feira (17/05), a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) declarou querer que esse tipo de veículo seja cada vez mais usado na região. “Queremos que esse veículo seja adotado para a distribuição urbana, ele não é tão impactante”, explicou Luiz Gregório, representante do departamento de logística da companhia, ao comparar os veículos liberados – caminhões com no máximo 5,5 metros de comprimento e que transportam até 4,5 toneladas – com os pesados.

Desde 2008, os VUC’s só podiam rodar das 10h às 16h na Zona Máxima de Restrição da cidade, uma área de 100 quilômetros quadrados delimitada pela Marginal Pinheiros, Avenida dos Bandeirantes, Complexo Viário Maria Maluf, avenidas do Estado, Tiradentes, Mofarrej e a Queiros Filho.

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, disse que a Prefeitura não pretende extinguir a restrição a caminhões de maior porte. “Infelizmente, algumas cidades vizinhas estão permitindo um veículo um pouco maior. Não existe a menor hipótese de nós alterarmos em São Paulo o tamanho dos VUC’s. Nossos VUC’s não terão, em hipótese alguma, o tamanho aumentado”, disse.

Ainda de acordo com ele, a liberação para circulação dos veículos foi programada bem antes três anos antes de sua imposição na cidade. “Isso foi estabelecido há sete anos, quando definimos que teria o momento da liberação para a circulação dos VUCs em São Paulo. Isso faz parte de um processo muito bem desenvolvido, que visa melhorar o trânsito na cidade de São Paulo”, explicou.

Fonte: G1

Volvo irá suspender produção de caminhões por seis dias

A principal fábrica da Volvo no Brasil, localizada em Curitiba (PR), decidiu nesta quarta-feira (23) suspender a produção de caminhões por seis dias, entre maio e junho, para “adequar a produção à demanda atual do mercado”.

A montadora sueca já havia anunciado nesta semana a intenção de congelar a produção. Ontem à noite, uma reunião selou os dias para a paralisação: 28 e 31 de maio e 1º, 4, 5 e 6 de junho.

A suspensão dos trabalhos vale apenas para a linha de caminhões, onde são produzidos cerca de cem veículos por dia.

A fábrica em Curitiba, principal unidade da empresa na América Latina, também fabrica ônibus, motores a diesel e caixas de câmbio –cuja produção continuará em andamento.

Dos 4.100 funcionários da montadora, cerca de 1.300 ficarão parados. A empresa usará o banco de horas dos trabalhadores para compensar os dias não trabalhados.

A paralisação também servirá para manutenções e readequações na linha de montagem.

CONTEXTO

A queda da demanda, à qual a Volvo se refere, deve-se principalmente à mudança do padrão de emissão de poluentes dos caminhões, instituída no início do ano.

Os caminhões Euro 5, que passaram a ser fabricados obrigatoriamente por todas as montadoras brasileiras em janeiro, são cerca de 15% mais caros do que os modelos anteriores, vendidos até o ano passado.

Isso fez com que boa parte das empresas adiantasse a compra de frotas para 2011, quando o preço dos veículos ainda era mais baixo.

Por causa disso, as encomendas de caminhões no país estão em queda: segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), o comércio desse tipo de veículo caiu 9,9% nos primeiros quatro meses do ano.

Fonte: Jornal Floripa

Caminhões e ônibus têm circulação restrita em avenidas do centro do Rio de Janeiro

Na pista central da Avenida das Américas, na Avenida Alceu Amoroso de Lima e no Túnel da Grota Funda no Rio de Janeiro, veículos de carga com PBT acima de 3,5 toneladas e ônibus, exceto BRTs, estão proibidos. Também foi alterado o limite de velocidade em algumas vias

Os veículos de carga com peso bruto total (PBT) acima de 3,5 toneladas estão proibidos de circular na pista central da Avenida das Américas, nos dois sentidos, entre a Avenida Ayrton Senna e a Avenida Alceu Amoroso de Lima e no Túnel da Grota Funda no Rio de Janeiro.

As novas normas fazem parte da resolução da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR), publicada no Diário Oficial do município do Rio de Janeiro para a implantação do BRT Transoeste. A resolução prevê multas aos infratores, aplicadas por equipamentos de fiscalização eletrônica e agentes da Guarda Municipal.

As medidas foram planejadas pela SMTR e CET-Rio com o objetivo de reorganizar e garantir a fluidez do trânsito nas vias localizadas em torno do corredor.

As normas incluem também a proibição de circulação de ônibus, exceto os do BRT, nos mesmos trechos vedados aos veículos de carga. Segundo a Resolução, publicada na última sexta-feira, a SMTR estabelece limites de velocidade nas seguintes vias, em ambos os sentidos:

Confira os limites de velocidade:

  • Av. das Américas (trecho entre o Canal de Marapendi e a Av. Alveu Amoroso Lima): 70 Km/h, nas pistas laterais e 80km/h, nas pistas centrais
  • Av. das Américas (trecho entre a Av. Alceu de Amoroso Lima e o Túnel Grota Funda): 80km/h
  • Túnel Grota Funda e Av. Dom João VI – 80km/h.

Fonte: Portal Transporta Brasil